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  • Santana do Ipanema, 06/09/2026
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Jovens de 18 a 25 anos lideram crescimento no empréstimo pessoal digital

Participação dessa faixa etária nos contratos subiu de 1,8% para 13,3%, segundo índice baseado em mais de 10 milhões de simulações.

Foto: iStock
Jovens de 18 a 25 anos lideram crescimento no empréstimo pessoal digital

Os brasileiros de 26 a 45 anos ainda concentram a maior parte das contratações de empréstimo pessoal. 

No entanto, foi entre os jovens de 18 a 25 anos que o Índice Juros Baixos de Empréstimo (IJBE) registrou a maior mudança de participação entre janeiro de 2025 e março de 2026.

Participação passa de 1,8% para 13,3%

Em janeiro de 2025, os jovens de 18 a 25 anos representavam 1,8% dos contratos de empréstimo pessoal realizados pela plataforma da Juros Baixos. Em março de 2026, essa participação chegou a 13,3%, a maior alta entre as faixas etárias analisadas.

Nos demais grupos, as mudanças foram mais moderadas. Os brasileiros de 55 a 65 anos permaneceram próximos de 10% dos contratos, enquanto os consumidores com mais de 65 anos oscilaram entre 2% e 3%. 

Apesar da menor participação, esse último grupo solicitou empréstimos de valores mais altos, e essa diferença entre as faixas etárias evidencia a mudança observada entre os consumidores mais jovens ao longo do período.

Valor médio pedido cai 26 % no período

O avanço dos jovens ocorreu em um mercado em que o valor médio solicitado também mudou. Ao longo da série analisada pelo IJBE, o valor médio pedido caiu 26%, indicando uma maior presença de solicitações para necessidades financeiras de menor valor.

Ao mesmo tempo, algumas modalidades de crédito apresentaram aumento no ticket médio. No empréstimo com celular em garantia, a alta foi de 24%. Já no empréstimo sem garantia, chegou a 43%, segundo o IJBE Q1/2026.

Consumidor amplia a comparação antes de contratar

Os dados também mostram que a comparação passou a fazer parte da jornada de contratação. Em média, são realizadas 2,56 simulações para cada empréstimo pessoal contratado na plataforma. 

O comportamento aparece entre diferentes faixas etárias e indica que o consumidor tende a pesquisar alternativas antes de escolher uma oferta para dar continuidade.

Na avaliação da empresa, esse comportamento reflete uma mudança maior na forma como o consumidor busca crédito. 

A digitalização da jornada, a oferta de diferentes modalidades de empréstimo e as necessidades do orçamento cotidiano também ajudam a explicar esse movimento.

"A geração que cresceu com o smartphone na mão também espera uma experiência digital quando precisa de empréstimo. Processos mais simples, opções adequadas ao valor buscado e a possibilidade de comparar ofertas de um jeito prático passam a ter um peso cada vez maior nessa jornada", afirma Arthur Bonzi, cofundador e COO da Juros Baixos.

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