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  • Santana do Ipanema, 15/08/2026
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Desemprego em Alagoas fica em 7,9% no segundo trimestre de 2026

Taxa de desocupação reflete o desempenho do mercado de trabalho no estado entre abril e junho.

Foto: Marcello Casal jr / Agência Brasil
Desemprego em Alagoas fica em 7,9% no segundo trimestre de 2026
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O IBGE divulgou nesta sexta-feira (14) o resultado da PNAD Contínua referente aos meses de abril, maio e junho de 2026. Em Alagoas, a taxa de desocupação no 2° trimestre deste ano ficou em 7,9%. O percentual representa cerca de 105 mil pessoas desocupadas no estado.

Em relação ao 1º trimestre de 2026 (9,2%), houve queda de 1,3 ponto percentual. Na comparação com o 2º trimestre de 2025 (7,5%), o resultado foi considerado estatisticamente estável.

A taxa de desocupação do Brasil no 2º trimestre de 2026 foi de 5,4%. Entre as unidades da federação, as maiores taxas foram verificadas no Amapá, com 9,8%, e na Bahia, com 9,1%. As menores taxas foram registradas em Santa Catarina (2,1%), Mato Grosso (2,2%) e Espírito Santo (2,3%).


Subutilização da força de trabalho

A taxa composta de subutilização da força de trabalho em Alagoas ficou em 23,4% no 2º trimestre de 2026, abaixo dos 26,1% registrados no trimestre anterior. O indicador reúne desocupados, subocupados por insuficiência de horas trabalhadas e pessoas na força de trabalho potencial.

Esse contingente passou de 390 mil para cerca de 348 mil pessoas no estado. Alagoas segue com a terceira maior taxa de subutilização do país, atrás apenas do Piauí (26,6%) e da Bahia (24,0%).

Carteira assinada e trabalho informal

O rendimento médio real habitual de todos os trabalhos das pessoas ocupadas em Alagoas foi de R$ 2.578 no 2º trimestre de 2026, sem variação estatisticamente significativa em relação ao trimestre anterior e ao mesmo período de 2025.

Entre os trabalhadores ocupados em Alagoas, cerca de 353 mil atuavam com carteira assinada no setor privado. A pesquisa estimou ainda que aproximadamente 528 mil trabalhadores estavam na informalidade.

O nível geral de ocupação no estado foi de 47,5%, sem variação estatisticamente significativa em relação ao 1° trimestre de 2026 e também em relação ao último 2º trimestre do ano passado.

Entre os grupamentos de atividade, o aumento do número de ocupados foi observado apenas em alojamento e alimentação. Nos demais segmentos, como agricultura e pecuária, indústria, construção e transporte, não houve variações estatisticamente significativas.

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