Futebol raiz, zica e jogão: Napoli castiga Milan e semana promete pegar fogo
Rodada movimentada no Brasil, clássico italiano decidido no detalhe e duelos gigantes esquentam a Champions e torneios sul-americanos
Se tem UEFA Champions League, tem que ter Real madri em campo O mundo da bola segue girando — e às vezes tropeçando — com jogos que vão do drama ao “quase dormi aqui, juiz!”. Vamos ao giro mais sincero (e levemente zoeiro) do futebol.
No clássico italiano, deu Napoli: 1 a 0 em cima do AC Milan, daquele jeitinho sofrido que o torcedor ama… e o adversário odeia. Gol magrinho, mas suficiente pra fazer barulho e garantir três pontos com gosto de espresso forte.
Enquanto isso, no Brasileirão, a rodada teve de tudo — menos combinação fácil no bolão:
Chapecoense 1 x 1 Vitória: empate com cara de “ninguém quis perder, mas também não fez muito pra ganhar”.
Atlético Mineiro 2 x 1 Athletico Paranaense: o Galo cantou… e alto.
Red Bull Bragantino 1 x 0 Mirassol: vitória econômica, estilo “faça o mínimo e vá pra casa”.
Grêmio 0 x 0 Remo: um empate tão parado que o VAR quase pediu café.
Agora segura, porque HOJE tem UEFA Champions League — e não é qualquer rodada, não.
O duelo entre Real Madrid e Bayern Munich promete ser daqueles de parar o coração (e a internet do vizinho). De um lado, a expectativa em cima de Kylian Mbappé mostrando que veio pra conquistar a Europa. Do outro, um Bayern que não costuma pedir licença — chega chutando a porta.
Já o Arsenal, chamado por muitos de “melhor time do mundo” (calma lá, torcedor), encara o Sporting CP. No papel, parece fácil… mas o futebol adora transformar favorito em meme. O “cemitério do futebol” tá cheio de exemplos — e lápides recentes.
E não para por aí: tem brasileiro em campo nas competições sul-americanas.
Pela Copa Libertadores:
Deportivo La Guaira x Fluminense
Barcelona SC x Cruzeiro
Na Copa Sul-Americana:
Vasco da Gama x Barracas Central
Boston River x São Paulo FC
E pra fechar com aquele tempero de debate: o Corinthians agora é comandado por Fernando Diniz. Sim, o homem do “jogo bonito, posse de bola e risco de infarto coletivo”.
Tem rival comemorando a chegada dele — o que, convenhamos, nunca é um bom sinal. Mas e aí, vai dar certo? Se encaixar, vira espetáculo. Se não… vira compilado de erro no YouTube.
No fim das contas, o futebol segue sendo isso: imprevisível, caótico e absolutamente maravilhoso. E hoje tem mais — porque, claro, sempre tem.






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