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  • Santana do Ipanema, 26/01/2026
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Supervisor da base do CRB foi morto por ciúmes, aponta PC

Polícia aponta que crime foi encomendado por R$ 10 mil

Foto: Reprodução / Instagram / @crboficial
Supervisor da base do CRB foi morto por ciúmes, aponta PC
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A Polícia Civil de Alagoas revelou nesta segunda-feira (26) detalhes sobre o assassinato de Johanisson Carlos Lima Costa, conhecido como Joba, de 33 anos, supervisor das categorias de base do Clube de Regatas Brasil (CRB). O crime, ocorrido na última sexta-feira (23), no bairro Santa Lúcia, em Maceió, teria sido motivado por ciúmes e encomendado por cerca de R$ 10 mil, segundo a delegada responsável pelo caso.

De acordo com a delegada Tacyane Ribeiro, da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), a polícia inicialmente investigou a hipótese de latrocínio (roubo seguido de morte), mas isso foi descartado com o avanço das diligências. As imagens de câmeras de segurança ajudaram a identificar a motocicleta utilizada pelo autor dos disparos e pistas importantes para a investigação.

Segundo a polícia, Joba mantinha um relacionamento amoroso com uma mulher que havia terminado com ele e iniciado outro relacionamento com um homem identificado como Ruan. Após a reconciliação do casal, Ruan — insatisfeito com a volta do relacionamento — teria planejado e encomendado a execução de Joba, oferecendo R$ 10 mil pelo homicídio. Do valor total, cerca de R$ 4 mil já teriam sido pagos aos executores antes do crime.

O crime ocorreu na manhã de sexta, quando Joba aguardava uma van para se dirigir ao Centro de Treinamento Ninho do Galo para trabalhar. Imagens mostram o momento em que o suspeito se aproxima e atira contra a vítima, que não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

A investigação resultou na captura de um dos envolvidos, identificado como Simeone, preso em flagrante pela Polícia Militar no bairro Clima Bom no domingo (25). Três outros suspeitos que teriam participado da execução foram localizados e morreram em confronto com policiais durante operação integrada das forças de segurança no mesmo dia. O principal suspeito e suposto mandante, Ruan, segue foragido e é procurado pela polícia.

O caso causou forte comoção no meio esportivo e entre a torcida regatiana, que lamentou a perda de Joba, profissional conhecido por seu trabalho com jovens atletas pelo clube nos últimos anos.

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