Fábio Campos
Espanta cachorro.
Texto mistura fatos históricos, ciência, cultura popular e humor para provocar reflexão e entretenimento
O mundo foi dormir Feliz com a Páscoa, e acordou olhando pro espaço. E, não foi exclusivamente por conta da guerra: EUA - Irã - Israel. É que os norte-americanos resolveram repetir a façanha de 20 de julho de 1969. E dizer, mais uma vez, 57 anos depois, que haviam conquistado a lua.
Nos anais da história da humanidade está registrado que: “Apolo 11 foi o nome do projeto e da nave espacial que levou os primeiros seres humanos ao satélite natural da terra. As duas potências mundiais: Estados Unidos e União Soviética usaram a conquista espacial para fazer propaganda, sobre os benefícios dos seus respectivos sistemas políticos. Fonte: by todamateria.com.br por Juliana Bezerra, professora de História.”
Alunissagem. Substantivo feminino, singular, designa o ato de pousar, com uma nave espacial na superfície da lua. O termo vem do francês “Alunissage”. Usado pela primeira vez em 1902, no primeiro filme de ficção científica do mundo, ainda na era do Cinema Mudo: “La Voyage Dans La Lune”, do ilusionista e cineasta Georges Méliès [1861-1938].
O termo “alunissagem” é questionado em outros artigos, por tratar-se de neologismo sobre o termo “aterrissagem”, que na verdade nunca se referiu especificamente ao planeta Terra. Linguistas questionam, que o verbo “aterrissar” deva ser usado para o ato de uma nave descer sobre qualquer solo, ou superfície firme. Isso daria margem ao aparecimento do termo “amerissagem” para designar pouso sobre o mar. “Aterrissar” está para a terra, assim como “amerissar” está para o mar. Não seria muito mais prático, e lógico, dizer que a nave “aterrissou na lua”?
Na enciclopédia virtual, Wikipédia.org.com matéria crítica alega que, “alguns ou todos, os elementos do programa Apollo e as alunissagens jamais ocorreram, que jamais passaram de embustes, organizados pela NASA, com auxílio de outras organizações.” No entanto, a polêmica maior sai do campo científico para ganhar notoriedade nas relações humanas. Quando uma famigerada jornalista resolve dizer em rede nacional que o Programa Espacial Artemis 2 que na última semana, enviou à lua, nave tripulada que orbitou nosso satélite por 10 dez dias. Tendo a bordo: Dois homens, uma mulher, e um negro. Ganhou, comentários nas redes sociais. Perdeu, grande oportunidade de ficar calada.
Outro assunto. As nossas cidades estão cheias de cães de rua. Os nossos governantes parecem não enxergar o grande problema que há por trás disso. Cães sem dono, abandonados a sorte, é um problema de saúde pública. Podem transmitir a população, zoonoses que podem causar: Uma Epidemia [aumento repentino e significativo de casos de uma doença em uma região.]; Endemia [doença que ocorre de forma constante e previsível em uma região específica.]; ou Pandemia [ Enfermidade que atinge níveis mundiais.]. Fonte: OMS.org.br”
Isso acaba levando a população a se defender como pode. É comum encontrarmos garrafas pet com água nas calçadas, nas portas, e portões das casas. Essa prática comum visa evitar que os cães façam xixi em locais inadequados. E se baseia na premissa que o animal, ao ver refletida a luz solar, na água contida na garrafa pet, sentiria um desconforto visual, impedindo-os de se aproximar do local. No entanto não há comprovação científica que sustente essa teoria. Especialistas descrevem esse uso controverso, não tem base ou evidencia. Informam que é importante saber que os cães possuem uma visão diferenciada, sendo menos sensíveis a cores, e mais sensíveis a movimentos. O que dificultaria a eficácia dessa técnica. Concluem sugerindo que alternativas mais eficazes, e responsáveis, sejam buscadas para evitar o desconforto, de que cães urinem em áreas não desejadas.
Já é praxes, entre os cristãos católicos, o comentário de que durante a quaresma ocorre um aumento significativo da população de moscas, nos mais variados ambientes. Em especial naqueles onde se manipulam alimentos. A disseminação tem base científica. E é atribuído a fatores climáticos, que favorecem a reprodução das moscas. Há quem faça uso de um saco plástico transparente cheio d’água dependurado que serviria para espantar moscas. Essa técnica utiliza a reflexão da luz para confundir a visão das moscas. É eficaz para repelir esses insetos voadores. Estudos científicos confirmaram a eficácia desse método. Para maximizar os resultados recomenda-se pendurar o saco perto de postas e janelas. O uso de moedas, ou pequenas peças metálicas intensificam o efeito visual dos reflexos.
Curiosidades das línguas. Na página do Instagram “manual do mundo” Um trocadilho intrigante, lhe convida a assistir a um vídeo pra lá de inusitado: “Para escrever a palavra VACA [em português] você vai precisar de dois BOIS! Como assim? Para entender, a afirmativa precisamos voltar ao Egito antigo. Lá existiam os hieróglifos, uma forma de escrita, onde cada figura, representava uma palavra, uma ideia, ou um som. Um boi, por exemplo era representado pelo desenho de uma cabeça de boi. Os fenícios simplificaram chamaram de “aleph”, depois vieram os gregos o chamaram de “Alfa”. Finalmente os romanos melhoraram mais ainda e o chamaram de “A”. Portanto, para escrever a palavra VACA, antigamente você precisaria de dois bois.”
O professor “Raprioli” na sua página do Instagram, afirma categoricamente: “Nós falamos Tupi-guarani, nossa língua nativa, e talvez, não sabíamos. Quer ver? A palavra “XARÁ” para designar pessoa com mesmo nome, vem de XÁ-RÁ-RE, na língua Tupi significa: “Mesmo Nome”; “PEREBA, que quer dizer ferida, vem do Tupi: “PE-ROÉ-BA”; “Muquirana” para pessoa sovina, mesquinha, vem do Tupi: “MOKI-RANA” ou “Mão-de-Piolho” aquele que se agarra aos bens, igual piolho na cabeça; Estar na “PINDAÍBA”, “Pinda” traduz-se pra “Vara”, “Ybá” se traduz por “Anzol”. Aquele que está dependendo de uma vara com anzol pra conseguir algo; Estar triste, ou “JURURU” vem de “You-ru-rú” com o pescoço pra baixo, cabisbaixo; “BIBOCA” significa “Maloca” “Tapera Fendida”.
Alguém, no Instagram, queria saber, por que pras refeições do Meio-dia e da Noite existem os termos: Almoço e Jantar. E por que para a primeira Refeição não existe uma única palavra, mas uma expressão: “Café da Manhã”. Ocorre aqui um equívoco, que vem do século XIX, no Brasil. Tudo para enaltecer o produto que mais crescia por estas plagas: a cafeicultura. Os nomes das três refeições eram: ALMOÇO (A primeira, ou desjejum) pela MANHÃ; JANTAR (A principal) a do MEIO-DIA, e a CEIA (a Terceira) da NOITE. Se lembrarmos da semana Santa, realmente é a pura verdade. Pois a Última Ceia, ou Santa Ceia de Jesus Cristo ocorre ao cair da noite.
UM POUCO DE HUMOR PRA ENCERRAR 2
FILOSOFIA BARATA.
O Que a Vaca Foi VER NO RIO? O PEIXE-BOI.
Por que a INSTANTE Não Se MOVE? Porque é Uma CÔMODA.
Qual Cantora Cuida Mal dos Seus PETS? A MÁ DONA.
Que “EX” Faz Tu Subir NA VIDA? A EX-CADA.
Que Carro Tinha Uma Cicatriz? O EX-CORT.
Qual o Cereal Preferido do DRÁCULA? A VEIA.
Por que o Elefante Não TOMA COCA? Prefere ELE FANTA!
DITADOS POPULARES, COMPLETADOS POR CRIANÇAS
Quem ver CARA? ...TÁ BOM DA VISTA.
Onde Há FUMAÇA HÁ?... TOSSE.
Roupa Suja SE LAVA?... NA MÁQUINA.
Em Terra de CEGO?... É TUDO ESCURO.
Se Deus é Por NÓS?... DÁ TUDO CERTO.
PIADAS ANTIGAS. QUEM JÁ PASSOU DOS 60 LEMBRARÁ.
A MORTE E O CABELUDO.
A MORTE Veio buscar um Sujeito, que era Cabeludo. Diante DELA, O Moço Pediu Clemência. Daí, a MORTE Aceitou e Resolveu Lhe Dar um Prazo. Dali, A UM ANO Viria Buscá-lo. Aí Não teria Jeito iria Levá-lo. No dia Aprazado, O Moço Teve UMA IDEIA. RASPOU A CABEÇA! E foi pro Cinema. A Morte Entrou na Sala de Projeção. Procurou, Procurou. Chegou PERTO do CARA CARECA e Disse:
-É. EU VIM BUSCAR O CABELUDO. Mas Já que Não o Achei. Vou LEVAR ESSE CARECA!
UMA SEMANA FELIZ PARA TODOS!




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