Morte de vigilante: tese de tiro acidental é a mais forte, avalia delegado

07 nov 2016 - 20:31


Linha é a mais forte, diante das primeiras impressões.

Arma usada pelo vigilante pode ter disparado acidentalmente (Foto: Ilustração)

Arma usada pelo vigilante pode ter disparado acidentalmente (Foto: Ilustração)

Ainda segue um mistério as razões que levaram a morte do vigilante Geilson da Conceição Alcântara, de 33 anos. Ele foi encontrado nesta segunda-feira (7), dentro de um banheiro de uma loja em Santana do Ipanema, cidade do Médio Sertão de Alagoas.

Mesmo com a chegada e atuação da equipe do Instituto de Criminalística (IC), o laudo final sobre o caso só deverá estar pronto num prazo de 30 dias.

Em conversa por telefone, o delegado regional João Marcelo afirmou que um dos peritos descartou a possibilidade de suicídio, e mesmo sem afirmar categoricamente, acredita que a tese de acidente deverá ser a mais forte a ser seguida.

“É uma linha a ser seguida, mas devemos ouvir várias pessoas, entre eles parentes da vítima, enquanto não sair o laudo oficial”, disse o representante da Polícia Civil de Alagoas.

O trabalhador sertanejo foi achado deitado num banco, localizado atrás da porta do banheiro. Segundo o delegado, no corpo dele foi visto a uma marca de disparo em baixo do braço. Uma pistola 380 também foi encontrada no local.

Da Redação

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