VENDEM-SE PRÉDIO (OU) TROCA-SE POR HIDRELÉTRICA!

20 agosto 2013


Vou sugerir a Revista da Língua Portuguesa, o estudo de um tema interessante: A língua Lusófona e o mundo do crime. Pano pra manga tem muito. Vez outra, ficamos sabendo através das reportagens televisavas, de casos interessantes em que bandidos enviam mensagens, através do celular, e as vítimas um pouco mais atentas, descobrem que se trata de ação ilícita, justo porque o meliante “escorrega” na língua, na hora de redigir seu texto:

“VoÇê acaba de sÊ conteNplado com um prêmio de um carro. Basta depoZitÁ R$…”

Tipo assim, basta dominar um pouco nossa língua pra entender que empresas idôneas, não costumam ter no seu quadro de funcionário pessoas semi-analfabetas que saiam por aí enviando mensagens cheias de falhas escabrosas feito essa.

Ainda mais nas causas forenses, erros de português podem libertar como podem condenar. Lembro que quando estudei 8ª série (lá pelo ano 78) no livro da Língua Portuguesa tinha uma piada, em que numa cidadezinha do interior de Minas, o delegado havia prendido uma quadrilha de perigosos assaltantes, composta de um chinês, um peruano e um português. Daí o homem da lei envia um telegrama pra Belo Horizonte contando a façanha:

“Nóis prendeu os hômi. São trêis: um chinêis, um piruano, e u outro portuguêis.”

O chefe da polícia da capital, respondeu:

“Muito bem delegado. Mantenha-os presos. Amanhã iremos buscar, mas corrija o português.”

Resultado: O delgado mandou baixar o cacete no pobre do português.

Jô Soares sempre inicia seu programa da madrugada, com algumas piadas, a maioria sem graça, mas a gente com boa vontade ri, até pra libertar o espírito, pra ir dormir como a alma mais leve. E o próprio Jô falava outro dia que os portugueses entraram com uma ação contra nós brasileiros por essa discriminação em contar piadas, depreciando a inteligência dos nosso irmãos lusitanos. De modo que agora se a piada for de português mude para um argentino. Pois então lá vai uma:

“Um argentino veio de férias pro Brasil, lá ia ele numa autopista quando uma placa de sinalização o avisou: “DEVAGAR! QUEBRA-MOLA.” Nosso incauto condutor não se fez de rogado, acelerou o máximo o carro. A porrada foi tão grande na lombada que quebrou toda suspensão. O argentino, pegou tinta e acrescentou na placa: “CORRENDO TAMBÉM!”

Ainda ontem estivemos na Escola Mileno Ferreira, pra fazer parte da equipe dos fiscais da COPEVE, no concurso pra Pós-graduação da Ufal. Nosso comandante, de novo era ele, refiro-me ao carismático Shyco Farias, o popular “Tamaquinho” irmão de Capiá. De maneira singular, que somente um membro da família “sorriso” sabe, passou-nos as instruções. E pra descontrair entre uma história e outra, contou algunss fatos pitorescos:

“Quando alguém fala: “Ah! Você é da cidade que o povo colocou um jumento na praça! Meu amigo, pelo menos lá nós colocamos na praça, pior é na terra onde colocaram na prefeitura!”

E sugeriu diretamente a nós que colocássemos aqui. O saudoso vulto histórico dos fatos pitorescos de nossa cidade: “Lulu Felix, foi a capital paulista. Estava lá bem no centro de São Paulo começou a olhar pra um dos prédios mais alto. Um malandro aproximando-se lhe abordou:

-E aí “paraíba”! Quer comprar?

-Comprar, comprar não… mas troco na Cachoeira de Paulo Afonso!

Fabio Campos 19.08.2013

No fabiosoarescampos.blogspot.com o Conto: “A Menina Júlia”

 

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