Projeto prevê monitoramento de lagoas via satélite em Alagoas

23 dez 2016 - 09:42


Parceria é da Ufal e do Governo de Alagoas, por intermédio da Seagri e do Instituto do Meio Ambiente (IMA).

Monitoramento vai fornecer informações mais precisas sobre as lagoas (Foto: Neno Canuto / Agência Alagoas)

Monitoramento vai fornecer informações mais precisas sobre as lagoas (Foto: Neno Canuto / Agência Alagoas)

Professores da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) e técnicos da Secretaria de Agricultura, Pecuária, Pesca e Aquicultura (Seagri) desenvolveram um projeto que visa fazer o monitoramento das Lagoas Mundaú e Maguaba, via satélite. A apresentação foi feita, pela equipe responsável, aos técnicos do Instituto do Meio Ambiente.

De autoria do pesquisador Carlos Ruberto Fragoso, do Centro de Tecnologia da Ufal, o projeto vai fazer um diagnóstico da situação das Lagoas Mundaú e Manguaba, no que diz respeito a todos os parâmetros ambientais dos dois corpos hídricos.

“O objetivo é reunir condições de informações possíveis do Complexo Lagunar que possibilitem as autoridades do Estado de Alagoas, a fazer intervenções nas lagoas com conhecimentos adequados”, assegura o professor Ruberto Fragoso.

De acordo com o secretário da Agricultura, Pecuária, Pesca e Aquicultura, Álvaro Vasconcelos, a ação do projeto nas Lagoas vai possibilitar, inclusive, a implantação de projetos do Parque Aquícola.

“Esse projeto vai possibilitar ainda resgatar a produção do sururu em Alagoas e incrementar a produção do pescado”, comemora o secretário Álvaro Vasconcelos. Segundo ele, será uma radiografia das lagoas e ainda identificar os canais para o transporte fluvial no complexo lagunar.

Gustavo Lopes, diretor-presidente do IMA, destaca a importância do projeto para Alagoas e que o Instituto do Meio Ambiente está à disposição para colaborar com essa iniciativa.

“É muito interessante porque é o tipo de iniciativa que pode ser expandido para outros locais, gerar conhecimentos específicos de áreas importantes, como é o caso das nossas lagoas, e com um baixo custo”, afirma o presidente do IMA.

Gustavo Lopes acrescenta ainda que há inclusive a possibilidade de juntarmos com o monitoramento, que é feito semanalmente das condições das praias e que geram os relatórios de balneabilidade.

Por Ronaldo Lima e Clarice Maia / Agência Alagoas

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