Produtores rurais participam de oficina sobre o Programa do Leite

04 mar 2015 - 20:00

Meta é aumentar produção diária de 80 mil para 120 mil litros.

Programa atende 80 mil famílias carentes com renda familiar mensal inferior a um salário mínimo e que recebem um litro de leite por dia; oficina de trabalho (foto abaixo) visa capacitar produtores (Fotos: Paulo Rios e Ascom Seapa)

Programa atende 80 mil famílias carentes com renda familiar mensal inferior a um salário mínimo e que recebem um litro de leite por dia; oficina de trabalho (foto abaixo) visa capacitar produtores (Fotos: Paulo Rios e Ascom Seapa)

Com mais de quatro mil agricultores familiares cadastrados, o Governo de Alagoas trabalha pela ampliação do Programa do Leite para 120 mil litros/dia. Com o propósito de acompanhar a capacitação dos produtores rurais inscritos no programa, o secretário de Estado da Agricultura, Pesca e Aquicultura, Álvaro Vasconcelos, participou nesta quarta-feira, 04, de uma oficina de trabalho promovida pela Cooperativa da Produção Leiteira de Alagoas (CPLA).

“O Governo está mobilizado para que o programa seja ampliado e renovado. Atualmente, a produção é de 80 mil litros de leite por dia. Reforçamos a parceria com a CPLA para que o cadastro dos produtores rurais pronafianos, que fazem parte do programa, seja atualizado”, afirmou Vasconcelos.

Coordenado pela Cooperativa, o programa é uma ação do Governo de Alagoas que atende 80 mil famílias carentes com renda familiar mensal inferior a um salário mínimo e que recebem um litro de leite por dia. Para cada litro de leite repassado ao programa, o agricultor familiar recebe R$ 1,14, tendo uma cota limite de 19 litros de leite/dia. O Governo do Estado libera o recurso, por meio da Secretaria de Agricultura, para a CPLA que é responsável pelo repasse aos agricultores. “Queremos melhorar a qualidade de vida do agricultor familiar. Com isso, ajudamos a quem mais precisa”, declarou Aldemar Monteiro, presidente da Cooperativa.

“O programa do leite ajuda a manter a produção dos agricultores familiares. É uma renda garantida que mudou as nossas vidas e não temos mais que passar a produção para atravessadores”, disse a presidente da associação do Assentamento Cachoeira da Pedra, Neuma Alves.

Por Dorgival Junior / Agência Alagoas

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