O que ela disse mesmo?

5 abril 2022


Foto: Dean Moriarty / Pixabay

Coisas do mundo da comunicação, é por onde vagueiam nossas crônicas. Bateu-me uma curiosidade pra saber o que diz àquela moça nas mensagens de áudio bem rápidas, gravadas nos aparelhos eletrônicos importados, quando são iniciados ou reiniciados. Deu trabalho, e quase chegamos lá.

As mensagens são chamadas de: “Talkback” é um recurso de acessibilidade que ajuda pessoas com deficiência visual a selecionarem as opções presentes em menus do smartphone. Um suporte de voz para quem tem baixa ou perda total de visão, fala em voz alta (como um assistente pessoal). Fonte: tecnoblog.net” [O site ensina como melhor utilizar, e mesmo desativar, este recurso do seu aparelho]

A nossa pergunta título, especificamente não foi respondida. Eu queria mesmo era saber o que ela diz, e em que idioma? Outro site [softlivre.pt] sugere quase vinte frases que a pessoa poderia estar dizendo. Transcrevemos três delas: “Arraste um dedo explore a tela e ouça o que está sendo tocado.”; “Deslize para a direita, ou para baixo, usando um dedo.”; “Deslize a direita e depois para baixo: abrir as notificações”

E AS LIGAÇÕES MISTERIOSAS? De pessoas que desligam na sua cara? “A maior parte das ligações insistentes recebidas diariamente são de empresas de telemarketing. Estão utilizando um sistema automático que liga sozinho para várias pessoas ao mesmo tempo. O sistema dispara o dobro de chamadas, mesmo quando todos os operadores ainda estão falando com outros clientes. Em 2019 a Anatel garantiu a possibilidade de cancelamento das operadoras de telefonia móvel, um sistema próprio de bloqueio de telemarketing, o “Não me Perturbe”. O cadastro contra ligações indesejadas é gratuito, tem abrangência nacional, e mira as empresas de telefonia, Tv por assinatura e internet. Fonte: blastnews.com e oul.com” 

Os APLAUSOS, COMO SURGIRAM? “O ato de bater as palmas das mãos em sinal de aprovação tem origem desconhecida, mas existe há pelo menos 3.000 anos. Nessa época, o gesto era essencialmente religioso, popularizado em rituais pagãos. Como uma espécie de barulho destinado a chamar a atenção dos deuses. No teatro clássico grego, tornou-se então, a forma pela qual os artistas pediam à plateia que invocasse os espíritos protetores das artes. Nos séculos XVIII e XIX, quase todos os teatros de Paris contratavam pessoas que tinham uma única função na plateia: aplaudir. O truque continua utilizado até hoje pelas emissoras de TV, especialmente. Fonte: Leia mais em: super.abril.com.br/mundo-estranho/qual-a-origem-do-aplauso”

“Já não temos mais o Dia da Mentira como antigamente – Comentei nas redes sociais – E arrematei: Ou baniram, ou banalizaram a mentira. Prefiro acreditar na segunda hipótese.” Ninguém vê mais crianças e jovens animarem-se para fazer alguém cair numa inocente mentira. Ainda bem, pois  é ele o demônio, o pai da mentira. Na nossa infância, dos anos 70 dois ditados populares denunciavam a mentira e o mentiroso: “É mais fácil pegar um mentiroso que a um coxo.”; “Mentira tem pernas curtas.” 

“As palavras “Coxo” e “Cocho” existem na Língua portuguesa, ambas estão corretas. Embora com significados diferentes. Coxo é sinônimo de Manco, e Cocho se refere a vasilha.

“O DIA DA MENTIRA é comemorado em 1º de abril, quando as pessoas se divertem pregando peças e fazendo pegadinhas umas com as outras. A ORIGEM: Tudo começou em 1544, na França, o rei Carlos IV ordenou que o ano novo passaria a ser comemorado no dia 1º de janeiro. Alguns franceses não seguiram a nova lei. Os que seguiram a lei passaram a caçoar dos “conservadores” e ridicularizá-los, com pegadinhas nessa data. Daí nasceu o dia “Poisson d’avril” que significa “Peixe de Abril”. Nos países falantes da língua inglesa, esse dia passou a ser conhecido como “April Fool’Day” literalmente “Dia dos Tolos-Abril”. No Brasil esse costume começou em Minas Gerais, no ano de 1828, quando no dia 1º de Abril um folheto chamado “A Mentira” divulgava a morte de D. Pedro, o que seria desmentido logo no dia seguinte. Fonte: significados.com.br”

“Lexicalmente, a palavra “Fake” é considerada nova no nosso vocabulário. Segundo o dicionário Merriam-Webster, apontado como o maior e mais completo dicionário de língua inglesa do mundo desde 1828, a origem da palavra aconteceu durante o período da Inglaterra do século XIX. Muito antes da disseminação digital dessas falsas notícias, os meios de comunicação como o jornalismo impresso, rádio e televisão, já eram impactados com esse tipo de sensacionalismo. Com o surgimento de campanhas publicitárias e das mídias sociais online, o quadro só piorou. Fonte: mundoeeducacao.uol.com.br”

UM POUCO DE HUMOR

CONVERSA DE PESCADOR 

-Pesquei um Lambari de 30 quilos, compadre!

-Eu também pesquei.

-Pescou o que compadre? 

-Um lampião aceso.

-Ôxente! Um lampião aceso! Não tá exagerando compadre?

-Você diminui o peso do Lambari, e eu apago o lampião.

JOÃOZINHO

A professora sabatinando a turma:

-Joãozinho quantos ovos a galinha põe por dia?

-Não sei professora.

-Aha! Te peguei!

-Então diga: quantas tetas tem uma porca?

-Sei não…

-A senhora me pegou pelos ovos, e eu lhe peguei pelas tetas.

O saldo disso: 5 dias de suspensão.

TRÊS TURISTAS CONVERSAVAM

-Na minha terra o frio é tanto, que lá se dorme dentro da geladeira.

-Na minha terra faz tanto frio, que a gente mija cubos de gelo.

-Frio faz na minha terra! As pessoas conversam. Aí, é preciso colocar as palavras no fogo pra entender o que o outro disse.

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