Livro que mostra ‘lado gestor’ de Graciliano Ramos é lançado hoje em Palmeira dos Índios

06 jun 2017 - 12:10


Obra traz experiências do alagoano quando esteve a frente da gestão pública em sua terra.

Obra será lançada hoje em Palmeira dos Índios (Foto: Divulgação)

Mundialmente conhecido por livros como Vidas Secas, São Bernardo, Memórias do Cárcere e tantos outros, o alagoano Graciliano Ramos pode nos ensinar muito além dos escritos literários. Um pouco desconhecido, há um lado de gestor público na vida do Mestre Graça, que agora está sendo explorado.

É pensando nisso que professor de Direito Administrativo da Ufal, Fábio Lins está lançando nesta terça-feira (6), em Palmeira dos Índios, o livro “Graciliano Ramos e a administração pública – comentários aos seus relatórios de gestão à luz do Direito Administrativo Moderno”.

O evento está marcado para acontecer às 19h no auditório da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). A promoção é da Escola Superior de Advocacia em parceria com a Prefeitura Municipal de Palmeira dos Índios.

A obra já teve outros três eventos de lançamento na capital alagoana, durante o mês de maio. Agora chega ao público do interior, mais especialmente a terra do Mestre Graça.

Do que se trata?

Segundo o autor, a proposta do livro é preencher uma enorme lacuna nos meios jurídico, político e administrativo. Trata-se de uma análise do legado de Graciliano Ramos enquanto gestor e servidor público.

A partir da análise do desempenho de Graciliano Ramos à frente de cinco cargos públicos, ocupados na administração municipal, estadual e federal, o presente livro destaca um gestor de características raras, quase todas coincidentes com o modelo de administrador público preconizado pela Constituição de 1988: probo, impessoal, eficiente e inovador.

Publicado pela Editora Fórum, de Belo Horizonte, o livro centraliza suas maiores atenções, ao realizar comentários jurídicos à luz do Direito Administrativo moderno, nos famosos relatórios que o prefeito de Palmeira dos Índios escreveu ao Governador do Estado de Alagoas no final da década de 1920.

Por Lucas Malta / Da Redação Com Assessoria

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