Limpa e renovável, eletricidade solar ganha terreno em Alagoas

06 fev 2017 - 06:35


Energia começa a ganhar destaque (Foto: Ascom/Sedetur)

Energia começa a ganhar destaque (Foto: Ascom/Sedetur)

Não é à toa que o sol é chamado de o astro-rei. Em torno dele, giram todos os corpos celestes, em reverência. A estrela maior também é generosa. Concede luz e calor, essenciais à vida na Terra, mas que também podem ser transformados em eletricidade, força motriz do mundo moderno. E o melhor: de forma gratuita e limpa.

Uma hora de incidência de raios solares, por exemplo, contém mais energia do que o planeta utiliza em um ano inteiro. A eletricidade que vem do sol é chamada de fotovoltaica, termo formado a partir de duas palavras: foto, que em grego significa “luz”, e voltaica, que vem da palavra “volt”, a unidade para medir o potencial elétrico.

O efeito fotovoltaico – resultado da interação da luz solar com os materiais semicondutores de uma célula fotovoltaica – foi observado e descrito pela primeira vez em 1839, pelo físico francês Alexandre Edmond Becquerel. Em 1958, o satélite Vanguard I subia ao infinito carregando em sua estrutura de propulsão células fotovoltaicas. Começava ali o uso prático desta energia limpa, gratuita e renovável.

O Brasil tem um potencial enorme para desenvolver e aplicar a tecnologia. Para se ter uma ideia, a radiação na região menos ensolarada do País é 40% maior do que na região mais ensolarada da Alemanha, um dos líderes no uso da energia fotovoltaica no mundo.

O Brasil deve integrar o ranking dos 20 maiores produtores de energia solar em 2018. O número de instalações solares distribuídas apresenta crescimento. Entre 2015 e 2016, a quantidade de sistemas fotovoltaicos passou de 1.800 para 7.618, atingindo a marca histórica de 57,6 megawatts de potência instalada no País.

Os maiores geradores mundiais são Alemanha, China, Japão, Itália e Estados Unidos. Juntos respondem por 70% desta fonte. Pesquisa do Greenpeace/Datafolha revela que 88% da população brasileira tem interesse de produzir a própria energia e 72% gostariam de instalar um sistema de microgeração solar fotovoltaica em casa.

O preço elevado das tarifas de energia, que pesa no orçamento doméstico, motiva a busca por alternativas mais econômicas e sustentáveis.

Alagoas

Aqui no Estado, essa tecnologia começa a dar sinais de crescimento. A eletricidade solar ganha terreno. De acordo com a Eletrobras Distribuição Alagoas, 23 unidades consumidoras já fazem uso da geração de energia distribuída através da utilização de equipamentos como placas solares em telhados e minigeradores, sendo uma industrial, cinco comerciais e 17 residenciais.

Veja a matéria completa no Gazetaweb Maragogi

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