Justiça Federal em Santana do Ipanema abre seleção para conciliadores

22 set 2016 - 07:53


Sede da Justiça Federal em Santana (Foto: Lucas Malta / Alagoas na Net q Arquivo)

Sede da Justiça Federal em Santana (Foto: Lucas Malta / Alagoas na Net q Arquivo)

O Juizado Especial Federal Adjunto à 11ª Vara Federal, sediado em Santana do Ipanema abriu nesta semana o processo seletivo para preenchimento de uma vaga, mais cadastro de reserva para conciliadores.São admitidos a participar da seleção bacharéis em Direito e estudantes devidamente matriculados no mínimo no 4º período do curso.

O processo seletivo será feito através de entrevista com os candidatos e análise de documentos. Para os bacharéis são necessários: diploma ou certificado de conclusão, identidade, currículo e foto 3X4. Para estudantes é exigido: comprovante de matrícula, declaração do próprio candidato, com ciência das sanções pelo delito de falsidade, de estar cursando no mínimo a segunda metade do curso (declaração disponibilizada ao candidato quando da inscrição); identidade, currículo e foto 3X4.

Todos os documentos devem ser apresentados com cópias autenticadas no ato da inscrição.A assessoria da JFAL também informa que, no momento da entrevista, será solicitado ao candidato que elabore dissertação sobre determinado tema jurídico.

As inscrições seguem até o dia 7 de outubro, realizadas na Subseção Judiciária de Santana do Ipanema, situada na Rua Sebastião Pereira Bastos, 508, bairro Monumento. O horário de atendimento ao público é de 9h às 18h, de segunda a sexta-feira.

O prazo de validade desta seleção é de um ano, a contar da data da homologação do resultado da presente seleção, prorrogável por igual período, a critério do juiz. O resultado será divulgado por meio do site da Justiça Federal www.jfal.jus.br. Demais informações podem ser adquiridas pelos telefones: (82) 2122-6925/6935.

Sobre a função

A função de conciliador, na condição de auxiliar do juízo, terá duração de dois anos, admitida a recondução. A atividade de conciliador será exercida gratuitamente, sem qualquer vínculo funcional, empregatício, contratual ou afim, vedada qualquer espécie de remuneração, assegurados os direitos, prerrogativas e deveres previstos em lei.

A função de conciliador é considerada como atividade jurídica, para fins de provimento de cargos na Magistratura e no Ministério Público, nos termos da Resolução n. 75, de maio de 2009, do CNJ. E ao Conciliador é assegurada a fruição dos direitos e prerrogativas do Jurado, de acordo com o art. 18 da Lei nº 10.259/01. Os candidatos selecionados deverão iniciar suas funções após firmarem termo de adesão e compromisso.

Da Redação com Assessoria JFAL

Comentários


Importante! Este site utiliza cookies que podem conter informações de rastreamento sobre os visitantes. Ao continuar a navegar neste site, você concorda com o uso de cookies.