Em Santana, postos de combustíveis ainda não sofreram redução de preço

17 out 2016 - 15:49

Dos postos procurados apenas um afirmou que poderá ter reajuste ainda nesta segunda-feira (17).

Postos ainda não tiveram reajuste em Santana (Foto: Lucas Malta / Alagoas na net)

Postos ainda não tiveram reajuste em Santana (Foto: Lucas Malta / Alagoas na net)

A noticia da redução de preços dos combustíveis nas refinarias da Petrobras, ocorrida na última sexta-feira (14), deixou os consumidores atentos e de olho nos postos em todo o país.

Entretanto, nesta segunda-feira (17), para o desagrado dos que residem na cidade de Santana do Ipanema, região do Médio Sertão de Alagoas, a esperada diminuição ainda não chegou.

Dentre as andanças feitas pela nossa reportagem, durante a tarde, foi constatado que o preço da gasolina comum está custando de R$ 3,84 até 3,88.

Já para o diesel o valor é de R$ 3,00 a 3,10. Os valores são praticamente os mesmos da semana passada, quando a informação do reajuste foi dada.

O site Alagoas na Net conversou com alguns dos proprietários e responsáveis pelos estabelecimentos.

A maioria justificaram que ainda estão esperando uma nova remessa nesta semana para verificarem assim se houve o tão falado reajuste.

Um deles até confessou que receberia ainda hoje o caminhão em seu posto e que estava pronto para aplicar a diminuição. “Estou até com a plaquinha pronta, mas tenho que esperar o combustível chegar ai coloco”, afirmou o dono de um dos postos, localizado no bairro Domingos Acácio.

Um outro comerciante foi mais cauteloso, e disse que a redução anunciada, pode não ser a esperada pelos usuários. “Os postos aqui do interior tem um custo maior com o frete que outros da capital, por isso temos que aguardar pra ver realmente o preço que vai chegar pra gente”, alertou o dono.

Na capital

Na cidade de Maceió a situação é bastante semelhante. Muitos dos postos ainda não repassaram ao consumidor o tal reajuste prometido. Em entrevista hoje de manhã ao jornal AL TV 1ª Edição, da TV Gazeta, um dos representante do SindCombustíveis alertou que a diminuição pode levar algum tempo para os consumidores sentir.

Por Lucas Malta / Da Redação

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