Em assembleia, militares rejeitam dividir reajuste salarial de 12% até 2022

08 maio 2018 - 11:00

Foto: CadaMinuto

Em forte coro à porta do Palácio República dos Palmares, integrantes da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar de Alagoas disseram não, mais uma vez, à proposta apresentada pelo Governo do Estado.

Os policiais e bombeiros não abrem mão de receber já nos próximos dois anos os 12% a que eles dizem ter direito e não aceitam a divisão deste percentual até 2022. A assembleia aconteceu na tarde desta segunda-feira (7) e contou com a presença de militares da capital e de diversos municípios do interior do estado.

Durante a assembleia, os militares rejeitaram a proposta de reajuste de 12% parcelado em 4 anos, com 5% em 2019, outros 5% em 2020, 1% em 2021 e o outro 1% em 2022. A proposta foi apresentada às associações pelo secretário de Segurança Pública de Alagoas, Lima Júnior, na última sexta-feira (4), após os militares terem rejeitado na mesa de negociação o acordo anterior oferecido pelo Estado. Para 2018, os militares teriam apenas a reposição da inflação, assim como as demais categorias de servidores públicos.

Diante do impasse sobre os números reais e a expectativa da tropa, as associações contrataram técnicos contábeis para confrontar a versão de impossibilidade de conceder o reajuste pela “segurança fiscal”. Na análise dos números, de acordo com as associações, os técnicos constatam que é possível o Estado conceder 12% de uma só vez para toda a tropa. Porém, a proposta apresentada pelas associações foi de parcelar o percentual em duas vezes, sendo 6% em 2019 e os outros 6% em 2020.

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