Pelo 3º mês seguido, Hospital de Santana tem mais partos normais que cesárias

Partos normais seguem como maioria na unidade (Foto: reprodução / Pixabay)

O Hospital Regional Dr. Clodolfo Rodrigues de Melo (HRCRM), situado em Santana do Ipanema e gerido pelo Instituto de Gestão em Saúde (InSaúde), apresentou pela terceira vez dados que apontam um maior de número de partos normais do que cesáreos no mês de fevereiro.

Segundo o setor de obstetrícia, no mês passado foram realizados 392 partos, dos quais 50,76% foram normais e 49,24% cesáreos. A primeira vez que a unidade conseguiu esse resultado foi em dezembro de 2018.

Para a entidade gestora, o resultado histórico veio depois de meses de muita dedicação e trabalho da equipe hospitalar, onde 51,5% dos partos daquele período foram normais.

A segunda evolução nesses casos ocorreu em janeiro desse ano, quando foram registrados 53% de partos normais e 47% de cesárias. A sequência do terceiro mês com mais partos comuns atesta o trabalho do hospital.

No acumulado de 2019, o HRCRM já realizou 808 partos. Quando comparado ao mesmo período em 2018, houve um aumento de 14%. Desse total, 52% foram de partos normais, ou seja, 6% a mais em relação a 2018, onde o número de partos normais era de apenas 44%.  

Para a diretora geral do HRCRM, Dra. Lúcia de Fátima Queiroz, os resultados demonstram um aumento da procura dos serviços, justamente por conta da credibilidade que a unidade tem apresentado.

“A população tem a segurança de que ao dirigir-se ao hospital, encontrará um serviço de qualidade e uma equipe comprometida”, destacou a administradora da unidade.

Por Assessoria / HRCRM

21 jan

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Pela 1ª vez, Hospital de Santana registra mais partos normais do que cesárias

Unidade conseguiu reduzir o número de partos cesários (Foto: Assessoria / HRCRM)

O Hospital Regional Dr. Clodolfo Rodrigues de Melo (HRCRM), situado na cidade de Santana do Ipanema e gerido pelo Instituto de Gestão em Saúde (InSaúde), informou nesta segunda-feira (21), que no mês de dezembro passado houve um aumento de partos normais e uma redução dos números de cesarianas.

O resultado, segundo a unidade de saúde, é histórico, pois é a primeira vez que o número de partos normais, um total de 51,5%, foi maior que as cesárias, 48,5% do total.  A unidade teve em média 405 partos mês ao longo de 2018, um aumento de 16% quando comparado ao ano de 2017.

Desde adesão a rede cegonha, programa do ministério da saúde que incentiva a humanização no atendimento a gestante e ao bebê, a unidade vem atuando de uma forma polivalente na tentativa de reduzir os números de partos cesáreos.

Desenvolver uma maior aceitação ao parto normal, está sendo um grande desafio para unidade, pois as gestantes já chegam na unidade com uma ideia previa de cesariana, independente de terem realizado pré-natal particular ou no SUS-Sistema Único de Saúde.  

Para mudar essa visão, o hospital procurou conscientizar a equipe hospitalar, sobre o parto normal, também houve criação de ambientes diferenciados e readequações necessárias para propiciar um atendimento de qualidade, além de promover ao longo do ano, os cursos preparatórios para o parto, que procurou esclarecer e tirar dúvidas com relação ao parto e os cuidados com os recém-nascidos.

Equipe do HRCRM trabalha para aumentar o número de partos normais (Foto: Assessoria)

Ações que foram destaque em 2018, no Fórum Perinatal, do Estado de Alagoas, onde hospital apresentou as experiências, de articulação do hospital junto com a atenção básica dos municípios atendidos da 9° e 10° região, fazendo com que haja uma troca de informações precisas e em tempo real, além da promoção do curso das gestantes.

Para a Direção do HRCRM, o trabalho em equipe foi decisivo, para o alcance desse resultado. “Isso é resultado do trabalho de uma equipe afinada, que tem consciência do papel de cada um dos seus membros e se articulam para alcançar um único propósito que é a prática do parto humanizado com a compreensão que esse é o melhor caminho para a mulher e para o bebê”, esclareceu a Diretora Geral do HRCRM, Dra. Lúcia de Fatima Queiroz.

A participação da Enfermagem Obstétrica tem um papel fundamental nesse processo de parto humanizado. “Essa conquista, mostra que nosso trabalho feito com as parturientes, está dando resultado positivo, por conta da atenção da equipe e os cuidados que são realizados durante o partejar, focando nos métodos não farmacológicos”, esclarece a enfermeira obstétrica e supervisora da obstetrícia, Monika Cavalcante.

“Esse resultado representa o resgate da autonomia da mulher, tornando-a protagonista do processo do parto, é a compreensão como um processo natural da natureza. Que por fim reduz os riscos à saúde da mãe, como também do bebê”, enfatiza a articuladora interna da rede cegonha – Suelane Lopes.

Da Assessoria / HRCRM

Em 2 anos, exames laboratoriais crescem 46% no Hospital de Santana; veja mais

Exames laboratoriais é um dos destaques no crescimento da unidade (Foto: Ilustração / Agência Alagoas)

Com dois anos a frente da gestão do Hospital Regional Clodolfo Rodrigues de Melo (HRCRM), situado em Santana do Ipanema, o Instituto Nacional de Gestão em Saúde (InSaúde) divulgou em suas redes sociais números de atendimentos realizados entre 2017 e 2018.

A entidade comparou seus resultados com a gestão feita em 2016, quando a unidade ainda era administrado pelo Instituto Pernambucano de Assistência e Saúde (IPAS). Os dados mostram que o hospital teve um elevado crescimento em todos os setores atendimento.

Uma área que chamou atenção foi o número de exames laboratoriais (EL). Em 2016, segundo o InSaúde, foram registrados 92.276 EL. Com o primeiro ano de sua administração esses atendimentos foram para 110.562. Já no ano passado, esse dado deu um salto para 135.233.

“De 2016 para 2018 crescemos 46% somente neste setor. Aumentamos ainda os atendimentos ambulatoriais, na ordem de 23%, isso sem falar nas tomografias e eletrocardiogramas, que antes de chegarmos não eram realizadas”, destacou a diretora do HRCRM, Lúcia de Fátima.

A ausência da tomografia e eletro, citada pela gestora, é explicado porque os equipamentos estavam sem funcionar quando a entidade assumiu o hospital. Mas para se ter uma ideia do salto nesses números basta ver as tabelas abaixo.

 

ATENDIMENTOS DE EMERGÊNCIA

ATENDIMENTO AMBULATORIAL

EXAMES LABORATORIAIS

Da Redação com Assessoria HRCRM