20 jan

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Você tem tido soluço por dias seguidos? Veja os cuidados a se tomar

Foto: Divulgação / CMH

Todo ser humano, ao menos uma vez na vida, deve ter passado por um fenômeno de contração muscular involuntária intermitente dos músculos respiratórios intercostais e diafragmáticos. Falando assim você pode não entender, mas se eu perguntar: você já teve soluço? Aí muita gente vai dizer que sim.

Foi justamente esse o assunto que abordei num podcast que gravei para o Centro Médico Hebrom. Nos últimos dias atendi três pacientes que apresentavam soluço intermitente, um deles há quase quatro dias com soluço sem parar. Ele já havia passado por outros médicos, tomado medicações, mas não tinha resolvido.

Atrás do soluço, temos que fazer um exame físico, de temperatura, olhar o ouvido, pode ter alguma lesão nesse órgão. Olhar a garganta. É preciso fazer um exame torácico abdominal. Procurar sinais de pneumonia, derrame pleural. Investigar se o paciente tem algum aneurisma, algum problema com o nervo frênico.

É importante verificar a parte cardiológica, se a pessoa tem algum problema nesse sentido, pois o soluço também pode indicar alguma alteração nessa área. As vezes o soluço pode preceder um infarto agudo do miocárdio.

É ainda relevante avaliar se o soluço possa estar ligado a algum fator psicogênico, ou seja, quando o distúrbio não têm uma origem orgânica e sim psíquica. Pode ter uma relação com estresse, ansiedade, excitação.

Há também aquelas medidas populares, já conhecidas do público em geral, como respirar em um saco, engolir açúcar, chupar um limão. Tem a manobra de valsava, uma técnica em que se prende a respiração, segurando o nariz com os dedos e, em seguida, é necessário forçar a saída de ar, fazendo pressão.

Mas também existem as medidas farmacológicas, nesse caso, é preciso sempre buscar orientação médica, para que ele indique o que realmente é melhor.

Aqui no Centro Médico Hebrom fazemos um procedimento simples, que é puxar a língua do paciente e mandar ele retrair a cabeça um pouco para trás, pois diminui o estímulo do nervo vago, que é com que o soluço é excitado.

Quer saber ainda mais sobre este tema, ouça o áudio completo do podcast abaixo:

29 mar

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Covid-19: Vamos aprender com o maior infectologista do universo

Foto: Gerd Altmann / Pixabay

Estamos vivendo dias apocalípticos. A história é um espelho retrovisor que permite olharmos para trás sem tirar o foco do que está em nossa frente. Com ela aprendemos, planejamos, acertamos ou erramos.

Se olharmos para a história veremos que as pandemias são cíclicas. A gripe espanhola de 1918 foi incomumente mortal. De janeiro de 1918 a dezembro de 1920, 500 milhões de pessoas foram infectadas.

Quase ¼ da população mundial morreu, um número entre 50 a 100 milhões de pessoas. Foi uma das epidemias mais mortais da história da humanidade. A gripe espanhola foi uma das primeiras pandemias causadas pelo influenza, vírus H1N1, a segunda ocorreu em 2009.

A maioria dos surtos virais mata desproporcionalmente os mais velhos do que os mais jovens, porém inesperadamente a taxa de mortalidade foi demasiadamente alta entre os adultos jovens.

Algumas análises mostraram que uma tempestade desencadeou citocinas que atacam o sistema imunológico e tornou o vírus potencialmente mortal, juntando aí fatores de desnutrição, falta de higiene, acampamentos médicos e hospitais superlotados promoveram uma superinfecção resultando em uma alta taxa de mortalidade.

A história se repete por um dos microrganismos mais inferiores da escala dos patogênicos, pois fungos, bactérias estão na frente no grau de patogenicidade em relação às síndrome virais.

Apesar de todos esse histórico e dados científicos, ainda há pessoas e autoridades públicas que não entenderam a gravidade da situação. A descrença na ciência é tão grande, que há quem veja um movimento a favor do vírus. Teorias conspiratórias e narrativas políticas também atrapalham a conscientização da população.

Particularmente prefiro ficar com as recomendações do maior infectologista do universo, que deixou a prescrição pronta em Isaías, Capítulo 26, versículo 20. “Vem povo meu, entra em suas casas, fecha a sua porta até que passe a praga. Vai passar! Passa o céu, passa a terra, mas a minha Palavra não passará”.

A verdade é que Deus tem seus mecanismos cíclicos, que não são punitivos, mas sim educativos. Agora não é hora de ideologismo, mas sim de aprendermos com a história. É hora de ficar em casa, pois assim Deus nos ensinou, nos momentos de pestilência, quando esta chega à humanidade.

14 jan

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Infertilidade feminina é tema do Momento Saúde; Ouça

Foto: Divulgação

Transmitido semanalmente através da Rádio Milênio FM, o Momento Saúde, programa que tem a frente o médico Honório Luis e a farmacêutica Suzana Ribeiro, abordou na semana passada o tema: Infertilidade feminina.

A dupla de especialistas abordou os principais fatores que levam as mulheres a terem dificuldade de engravidar. Entre eles estão: ovários policísticos, má formação intrauterina, hipotiroidismo, entre outros.

Para conferir o programa completo, ouça abaixo:

Por Assessoria / CMH

16 dez

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Centro Médico Hebrom dá dicas de saúde nas redes sociais; confira

Foto: Mojca JJ / Pixabay

O Centro Médico Hebrom, clínica situada na cidade de Santana do Ipanema (AL), iniciou nesta segunda-feira (16), em suas redes sociais, a publicação de uma série de vídeos apresentando variadas dicas de saúde.

Iniciada pelo médico Honório Luis, o CMH vai trazer toda semana para os internautas informações importantes de como cuidar do corpo, além de mostrar os serviços da maior clínica do Sertão de Alagoas.

Para começar essa série, Honório falou de um mal que atinge inúmeras pessoas: a alergia. Assista abaixo a primeira dica de saúde do Centro Médico Hebrom:


Por Assessoria / CMH


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