10 fev

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Certeza de mais SAÚDE e menos SOFRIMENTO na escola e na Sociedade

Foto: Marcos Santos / Imagens USP

Você sabia que foi criada uma lei que obriga todas as instituições públicas de educação básica, ter em suas equipes multiprofissionais, Psicólogos e Assistentes Sociais?

Pois bem caro leitor, se você não sabia, foi sancionada em dezembro de 2019 a lei 13.935/19. O que representa grande vitória para o âmbito educacional, uma vez que, a presença desses dois profissionais na educação pública, é algo muito necessário e desejado há bastante tempo.

É de conhecimento de todos os crescentes números de adoecimento emocional na população de modo geral. As estatísticas da OMS – Organização Mundial de Saúde demonstram que cada vez mais, crianças são diagnosticadas com disfunções sociais e alterações psicológicas.

Diante desse cenário, será importantíssima para a população a atuação desses dois profissionais no contexto escolar, pois além de diagnosticar problemas/doenças nas crianças, que anteriormente nunca passavam por esse olhar clínico e humanizado, serão encaminhados para o tratamento adequado.

Porque naturalmente os professores além de terem grandes demandas pedagógicas, também não possuem domínio técnico para identificar com precisão e intervir nessas disfunções.

Assim como também, os profissionais que atuam nesse ambiente escolar serão assistidos nas suas fragilidades emocionais, a categoria da educação está no topo do ranking dos afastamentos do trabalho por doenças psicossomáticas.

A lei prevê um ano para adequação de todos os gestores e instituições, sabemos que inicialmente o trabalho será para conter as urgências, já que antes não existia essa integração do cuidado social, da saúde mental e da educação. Muito embora com o trabalho continuado que será desenvolvido pelas equipes, ao longo do tempo os problemas serão ajustados, e com isso sairemos do contexto de “apagar incêndio” para contexto preventivo.

Acredito que com esse formato de intervenções, serão amenizados sofrimentos, ajustados comportamentos e evitados adoecimentos futuros. A execução dessa lei também quebra alguns paradigmas e preconceitos sociais construídos pela rejeição cultural da figura do Psicólogo(a).

Agora vou relatar um pouco da minha experiência enquanto Psicólogo atuante junto à equipe multiprofissional da SEMED – Secretaria Municipal de Educação.

Ao iniciar nesse universo escolar, muitos alunos e profissionais ficavam meio desconfiados e olhando torto para mim, após desenvolver algumas intervenções coletivas e individuais, fui sendo recepcionado de forma diferente, se sentiram confiantes em estar comigo. Com cerca de dois meses de convívio, vários alunos começaram a me procurar para tirar dúvidas, para pedir ajudam sobre alguma dificuldade de relacionamento e etc. Vários profissionais da secretaria também me solicitavam e aos poucos as intervenções foram ganhando força, e os resultados sendo vistos.

Assim como a lei descreve, minha participação é como um mediador na relação, “aluno X aluno”, “aluno X escola” e “escola X comunidade”. Nesse trabalho conseguimos identificar doenças tais como: Déficit Aprendizagem, de Atenção, TEA –Transtorno Espectro Autista, violências psicológicas, física e sexual. Os respectivos casos direcionados de acordo a necessidade e órgãos competentes.

E a partir de intervenções com psicoterapia, consegui reinserir alguns alunos à escola, que estavam afastados da sala de aula por sofrerem Transtornos de Ansiedade e Depressão.

Criança saudável emocionalmente se torna um adulto resistente.

Criança que vive em conflito se torna um adulto em sofrimento formando uma sociedade doente.

13 jan

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A doença que mais afasta as pessoas do trabalho: Um relato de experiência

Mês dedicado aos cuidados da saúde mental (Foto: Marcos Santos / USP Imagens)

Segundo Organização Mundial de Saúde na atualidade, a depressão é a doença mais incapacitante no mundo. Apesar de ser tão danosa ela é invisível e silenciosa, mas causa um grande estrago na vida de uma pessoa. 

A seguir vocês terão oportunidade de ler um relato de alguém que está tratamento psicológico, isso servirá para que compreendam como se sente uma pessoa depressiva.

O objetivo do Janeiro Branco é informar a população de modo geral, sobre a importância de conhecer e prevenir a SAÚDE MENTAL, pois a cada ano aumenta o número de pessoas que sofrem alteração psicológica. 

O termo saúde mental, ainda é visto com preconceito pela sociedade. A maioria das pessoas por não conhecer, acreditam ser frescura, ou falta de Deus, sofrer transtornos de Ansiedade, Depressão, Síndrome de Burnout, Bipolaridade, Borderline e etc. O indivíduo portador de algumas dessas doenças citadas, quando tratado consegue realizar tranquilamente todas as atividades que fazia antes da doença, (trabalhar, estudar, cuidar, da casa, da família e etc.).

RELATO DE EXPERIÊNCIA

Caro leitor, sou pedagoga, tenho 30 anos, casada, mãe de um garoto de 2 anos. Eu nunca imaginava que pudesse escrever conteúdos como estes que serão discorridos a seguir. O que lhes apresento é algo muito particular, com características e detalhes bem comuns às demandas da sociedade atual. 

A saúde mental ainda é pouco valorizada, não reconhecemos a importância dela na nossa vida. É sobre esse contexto de saúde que descrevo minha experiência de vida. Tenho certeza que em muitos outros lares do planeta, tem alguém vivenciando algo muito semelhante ao que passei. 

Hoje conheço de perto o que é, e como se sente uma pessoa que sofre da tão temida DEPRESSÃO. Há algum tempo, passei por um pequeno período de conflitos e cheguei a sentir sintomas depressivos, mas até então era algo leve, mesmo com dificuldade relutei e consegui reverter às crises. Mas como bem sei hoje, quando a causa da doença não é tratada, os sintomas voltam de forma intensa, e foi exatamente isso que aconteceu comigo. 

Eis que as consequências da vida me levaram a uma crise de sofrimento emocional, cheguei ao ápice do desespero, desorganizada psicologicamente, esbarrando nas frustrações, muitas cobranças, (que hoje vejo como normais, mas diante do episódio eram vistas por mim, como cobranças extremas). 

Eu me encontrava irracional, como se estivesse vivendo no automático, as emoções intensas tomavam conta da minha mente, faltava-me maturidade para lidar com todas aquelas situações e dificuldades, eu e meu esposo passamos por um momento de desemprego que somaram 10 meses, vivíamos de ajuda de parentes para comer, beber, comprar fraldas para meu filho, entre outras coisas. Era uma pressão psicológica, uma sensação de inutilidade, impotência, noites mal dormidas, brigas, crises de choro e uma vontade de me esconder do mundo. 

Por benção de Deus meu esposo conseguiu um trabalho e eu também. Era tudo o que eu precisava naquele momento, parecia que tudo ia se ajustar, mas quando me deparei com o trabalho iria desempenhar, pensei que não conseguiria fazê-lo por muito tempo. 

Parte das minhas atribuições eram acompanhar em sala de aula um adolescente de 17 anos com Síndrome de Down. O modo operante do trabalho me incomodava, o aluno não tinha autonomia para realizar sua higiene pessoal frente as suas necessidades fisiológicas (xixi e cocô), e era minha obrigação limpá-lo. Aquela demanda foi mexendo comigo, meu emocional foi se desequilibrando porque eu tinha que acompanhá-lo todas as vezes que ele ia ao banheiro. 

Tive crises de ansiedade ao se aproximar da hora de iniciar as atividades, pensava em sair do trabalho, mas precisava pagar as contas. Somavam-se com as outras atribulações pessoais, e a volta intensa dos sintomas depressivos, na correria do dia a dia eu mal cuidava do meu filho pequeno, e só hoje percebo o quanto eu estive ausente.

Não tinha como esconder, era evidente que eu estava doente. É difícil explicar as sensações horríveis provocadas por essa doença depressão, ela é silenciosa e invisível, mas fez um grande estrago na vida.

Eu não encontrava uma saída, e aquela sensação de impotência me deixavam sufocada, me sentindo decepcionada comigo mesma, por não conseguir me administrar, fui me perdendo na escuridão a minha alma. Era como se minhas forças fossem sugadas, ao ponto de não consegui realizar as atividades mais simples do meu dia a dia. Eu até queria fazê-las, e percebia que a minha vida e minha casa já não estavam como eu gostava, mas eu não tinha ânimo, e nem paciência para executar as tarefas básicas.

Meu corpo não aguentava, me sentia fraca, os problemas se acumulavam pesavam muito sobre mim, não tinha mais motivação na vida, paralisei na sombra da tristeza, do medo, em vários momentos vinham os pensamentos de morte (vontade de morrer), eu não encontrava uma alternativa que me tirasse daquela dor, e outros sentimentos ruins eram constante. 

Meus problemas eram os mesmos de antes, mas naquela altura do campeonato eram intoleráveis e vistos por mim como algo impossível de resolver.  

Eu perguntava a Deus. O que eu tinha feito de errado? Eu não merecia passar por tudo aquilo. Rezava e pedia que ele me mostrasse o caminho.

Em meio a tantas aflições e pensamentos perturbados, decidir procurar ajuda de um psicólogo, eu precisava encontrar o ruma da minha existência. Estava esgotada psicologicamente, em alguns momentos não consegui ir trabalhar. As sensações angustiantes me paralisava e por pouco não abandonei o emprego no meio do ano letivo. 

Diante dos meus questionamentos Deus não me respondeu. O desespero me consumia, as dívidas aumentavam, o casamento entrou em crise ao ponto de quase separarmos. Estávamos desgastados e confusos, sensíveis, irritados. Várias vezes o rejeitei, meus impulsos sexuais sumiram. 

Eu me perguntava. Por que estava sentindo isso? Até meu filho eu estava tratando mal, tudo me tirava a paciência. Como eu estava insuportável.

Quando comecei o tratamento psicológico foi difícil encarar minha derrota pessoal, me indicaram fazer oito sessões de psicoterapia, eu não tinha a noção do quanto aquele procedimento seria importante para meu crescimento pessoal.

Na primeira sessão chorei muito, desabafei o máximo que pude para que ele pudesse compreender o que me levava aquele momento doloroso, fui sendo direcionada a enfrentar o que quase me levou à morte espiritual. Quando o atendimento terminou sentia-me mais leve, porém com os mesmos pensamentos e sentimentos ruins.  

Só a partir da segunda sessão, aos poucos foi ganhando ânimo e fui conhecendo as minhas habilidades emocionais, durante esse tempo de tratamento a cada sessão me senti mais a vontade, desenvolvi um elo de confiança com o psicólogo, aprendi a identificar quais as causas da doença, e percebi onde eu deveria mudar para amenizar o sofrimento. 

Partindo do escuro o Psicólogo Diógenes Pereira, foi me conduzindo degrau a degrau para eu sair do poço, e me fez enxergar quais eram as possibilidades de me livrar das coisas que me atormentavam.

Aos poucos fui a cada semana fui me encontrando de novo, voltei a enxergar o mundo colorido e cheio de coisas maravilhosas, hoje vejo motivos para viver, comecei a encarar os problemas de forma diferente. O amor próprio começa a surgir em mim, como uma rosa que vai abrindo as pétalas quando avista o sol.

Uma saída de luz surgiu e irradiou a minha alma, trazendo paz para meu espírito me dando disposição, voltei a sentir prazer nas coisas que eu sentia antes, hoje sinto que estou me transformando na melhor versão de mim, estou dando mais assistência a meu e filho e meu esposo, minha autoestima voltou a está elevada, estou em paz espiritualmente.

Hoje me sinto uma pessoa mais alegre e flexível, confiante, ajustada emocionalmente, como é bom ter prazer em compartilhar momentos, o tratamento de psicoterapia me ajudou a encontrar o equilíbrio que tanto necessitava naquela fase.

Hoje consigo administrar meus pensamentos, e consequentemente também as minhas emoções, meu cotidiano ficou mais fácil. Antes eu agia de forma insegura e imatura, tomei muitas decisões precipitadas e equivocadas, seguia no automático na força da emoção. Talvez sem o acompanhamento psicológico eu nunca tivesse a oportunidade de desenvolver essas habilidades incríveis. 

Esse período de sofrimento também me levou ao encontro com Deus, foi nessa fase que busquei aumentar minha fé, hoje sinto muito mais forte a presença do senhor dentro de mim, foi essa fé e a existência do meu filho que me mantiveram viva em momentos de desespero.  

Quando olho para trás, vejo que realmente estava no fundo do poço, e que as respostas para tudo o que eu sentia estavam dentro de mim. Hoje percebo quanto tempo eu perdi ao me apegar e me preocupar com os problemas que consumiam a minha energia, e minha saúde. 

Hoje sinto vontade de ir trabalhar, antes ia forçada era uma obrigação, com isso descobri que para ser feliz é preciso estar em paz comigo mesma, desfrutar de Saúde Mental é maravilhoso, isso reflete em tudo a minha volta. Indico psicoterapia a todos, quem tiver oportunidade cuide-se, ame-se, valorize-se, sem saúde mental só existe sofrimento. 

Atualmente estou chegando à reta final do tratamento, sou muito grata ao Psicólogo Diógenes Pereira pelas intervenções, estou alcançando o topo da escada, me sinto vitoriosa por está concluindo essa etapa que tanto precisava. Pretendo continuar enfrentando as minhas fragilidades, todo o processo de dor que passei e ainda passo, mas hoje em menor intensidade e com menos frequência, me encontro aqui como uma rocha, pronta para viver todas as coisas que a vida ainda guarda para mim.

Espero de coração que esse texto sirva para despertar tratamentos e conscientizar pessoas sobre o autocuidado e sobre a saúde mental.

15 dez

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Como terminar o ano bem?

Foto: Jerzy Górecki / Pixabay

Essa é uma pergunta que várias pessoas não têm a resposta. E afirmo que não é difícil encontrá-la, muito embora a maioria das pessoas não tenha desenvolvido essa habilidade. Fechar o ciclo anual de realizações, com reconhecimento, autoestima e gratidão, é uma tarefa individual, busque sempre o equilíbrio entre corpo e mente, a final, todas as outras coisas da sua existência giram em torno destas. 

Antes de responder essa pergunta inicial, te faço outra. Há um ano qual era seu projeto para esse ano que está se encerrando?

Se você tinha uma meta para esse ano, te dou parabéns independentes do seu desempenho no objetivo traçado. Mas se você está no time dos que não tinham nenhuma meta para 2019, parabéns também, muito embora te asseguro que se você fizer diferente terá maior possibilidade de ter mais sucesso.

Agradeça por está vivo. Já parou para pensar quantas pessoas perderam a vida nesse 2019? Seja disciplinado, sincero e grato a você mesmo, pois cada vitória que você sonha só será alcançada por seus próprios esforços. 

Trace objetivos, planeje, e antes de tudo reconheça que os erros que você cometeu foi tentando acertar. Admita que em muitos momentos você desperdiçou seu precioso tempo vivendo as preocupações do outro, ao em vez de cuidar das suas prioridades. Aceite que a vida é constituída de vitórias e derrotas e que a dinâmica natural do universo faz da sua trajetória uma caixinha cheia de surpresas. 

Como terminar o ano bem? Se você ainda não fez uma autoanálise das coisas que você precisa melhorar no próximo ano.

Como terminar o ano bem? Se você ainda não fez uma lista das coisas que te prejudicaram nesse ano que passou.

Como terminar o ano bem? Se você está atribuindo só ao outro a culpa das coisas improdutivas que aconteceram no seu ano.

Como terminar o ano bem? Se você não comemorou as vitórias e está sempre lamentando as derrotas.

Por fim, como terminar o ano bem? Se você está insatisfeito com algumas coisas e não busca maneiras de melhorar. Busque superação, seja melhor do que o que você foi ontem.

“Você não terá resultados diferentes fazendo sempre as mesmas coisas”.

03 nov

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DE ONDE VÊM AS SUPERSTIÇÕES?

Foto: Michelle Maria / Pixabay

A origem da palavra vem do Latim SUPERSTITIO, que significa “profecia, medo excessivo dos deuses”, originalmente “estado de exaltação religiosa”, de SUPERSTES, “o que fica por cima”.

No cotidiano é bem comum presenciarmos a maioria das pessoas que convivem com varias superstições. Sobre os mais variados assuntos: alimentos, forma de andar, nos vestiram, sobre sonhos, datas, cores, números, morte, viagens e etc.  

Mas de onde vêm tais crenças? Elas são realmente verdades? Por que as pessoas se prendem a esses dogmas? Por que para algumas pessoas essas superstições são verdades absolutas.

A maioria desses medos vem de experiências desconhecidos e são pensamentos irreais e ilusórios, mas a mente humana é tão poderosa que o fato de acreditar cegamente em algo torna o indivíduo irracional, e o corpo se sente desconfortável diante de algumas situações que venham dessa crença. 

Todo ser humano é de maneira natural sugestionável e influenciável, principalmente quando os conteúdos têm cunho religioso e práticas espirituais, por carregarem um peso do sobre natural em que não se permite questionamentos. E consequentemente essas pessoas tem o medo do pecado e acreditam e reproduzem alguns costumes de geração em geração.

Nas décadas passadas os ensinamentos, crenças e superstições, que eram passados pelos mais “velhos” para as novas gerações eram seguidos à risca com regra geral. A maioria das pessoas não buscava a origem dessas práticas sem fundamento real. Por exemplo, existem algumas pessoas que acreditam que gato preto dá azar. 

Com o avanço tecnológico e a modernização, esse construto cultural vem deixando de serem seguidas, muitas pessoas vem quebrando esses paradigmas não acreditando ao pé da letra nessas superstições.

De modo geral cada religião é uma seita, que é também uma superstição e o fato de acreditar e se direcionar por algo que não se vê, nem se explica. O ser humano é vazio e necessita dessa referência suprema para não perder o sentido e o foco da vida.  

Para concluir, vou fazer um teste com você caro leitor. Você já ouviu alguém dizer que tomar leite após comer manga, ou vice e versa é prejudicial à saúde? Mesmo que você não tenha passado por isso, nem tão pouco existe nenhum estudo que comprove esse resultado. E ainda assim muitas pessoas não comem esses dois alimentos juntos. 

Superstições são bloqueios automáticos da nossa mente, desenvolvidos de experiências ruins vivenciadas por alguém, e passada verbalmente para outras pessoas, o que não quer dizer que será igual com todas as pessoas. Até porque cada individuo tem uma energia diferente e organismo é único. 

Tudo isso são superstições. 

Cuidado com as superstições, elas são como sombras que não existem na sua vida.

06 out

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Prisioneiros da mente e refém dos pensamentos

Foto: Free-Photos / Pixabay

Você se considera um prisioneiro da mente e refém dos seus pensamentos? 

Se você não sente assim, ao final desse artigo possivelmente terá mudada de opinião. Asseguro que a maioria dos seres humanos não sabe administrar seus pensamentos automáticos que são sempre impulsivos, nem tão pouco compreendem o porquê das emoções intensas os fazem ter comportamentos irracionais.

No conjunto de funcionalidade humana o cérebro é o mais potente e importante dispositivo de comando do corpo, em milésimos de segundos ele processa várias ações de execução automática. Então todos os seres humanos são prisioneiros da mente, e naturalmente o cérebro é a principal matriz de comando.

A maioria das pessoas adoece mentalmente porque não tem o hábito de fazer manutenção dos seus pensamentos e emoções. Culturalmente só é valorizada a saúde física, é comum às pessoas fazerem exames preventivos e periódicos. Mas quando o assunto é saúde mental, raramente se encontra alguém que decide limpar e reorganizar os filtros psicológicos. 

Atualmente a doença que mais afasta pessoas do mercado de trabalho chama-se DEPRESSÃO. Suas causas são diversas e somatizadas no dia a dia, talvez algum dia a manutenção da saúde mental seja tão intensa quanto à saúde física, e só assim o índice de adoecimento será reduzido. 

Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), na próxima década mais da metade da população mundial estará sofrendo de algum de tipo de desajuste mental.

Os prisioneiros da mente vão acumulando estresse, raiva, decepções e frustrações ao longo de anos, e nunca fazem manutenção dos cárceres mentais causados por um olhar torto que te fez perder o sono, ou por uma frase mal interpretada que te fez reagir com agressividade.

E como ser uma pessoa civilizada, agradável e inteligente se você é um ser humano que não consegue administrar a si mesmo?

Muitos sofrimentos são desenvolvidos pela falta de habilidades emocionais, e pela resistência desinteligente que te aprisionam. 

Você realmente NÃO se sente prisioneiro da mente?

Você consegue viver fora dela?

Você já se perguntou o porquê pensa dessa maneira que você pensa?

Você vive o presente, ou está aprisionado nos erros do passado? 

Ou será que você sofre intensamente pelas coisas do futuro?  

Aprenda a ser leve, inteligente emocionalmente. Livre-se das travas mentais limitantes, liberte-se cobranças sociais. Aprenda a ler a si mesmo, pois todas as respostas para suas dificuldades estão dentro de você.

 “A mente é uma prisão aberta, os pensamentos não amarram, mas machucam, e as emoções te condenam mesmo sem julgamentos”.

08 set

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SETEMBRO AMARELO: Você sabe como surgiu?

Foto: Divulgação

No Brasil, foi criada a campanha Setembro Amarelo com o objetivo de intensificar as ações de prevenção ao suicídio, que atualmente é considerado um problema de saúde pública.   

O termo é utilizado porque é celebrado no dia 10 de setembro de cada ano, o dia mundial de conscientização a prevenção ao suicídio. Durante do o mês a campanha ganha destaque midiático, intensificando ações mundiais para evitar que mais pessoas tirem a própria vida, com diversas atividades em todo o mundo desde 2003.

O ministério da Saúde (MS), juntamente com a Associação Internacional para a Prevenção do Suicídio (AIPS), colaboram com a Organização Mundial de Saúde (OMS) e a Federação Mundial para Saúde Mental (FMSM), em ações articuladas que mobilizam cerca de 40 países e realizam eventos de sensibilização para fortalecer a ocasião. 

Segunda a Organização Mundial de Saúde (OMS), estima-se que no mundo por ano mais de UM MILHÃO de pessoas morram por suicídio, sendo contabilizado o maior número entre pessoas com idades entre 15 e 29 anos, com isso, se torna a quarta causa de mortes entre homens e a oitava causa entre mulheres.

De acordo com Ministério da Saúde (MS), no Brasil esse número tem crescido nos últimos anos, principalmente entre os jovens, haja vista as estatísticas mostram que pessoas de todas as idades e classes sociais cometem suicídio. O objetivo da campanha é levar informações a toda população, e só assim será possível reverter essa estatística negativa.

O maior número de tentativas está entre as mulheres, muito embora os homens morram em maior número, isso é devido aos indivíduos do sexo masculino utilizarem métodos mais violentos que raramente falham. 

A campanha Setembro Amarelo é projetada para desconstruir o preconceito sobre as causas do suicídio. A falta de conhecimento sobre o assunto é o principal obstáculo que dificulta a prevenção. 

Segundo o Ministério da Saúde (MS) 90% dos casos de suicídio estão relacionados com alguma doença mental, então quanto maior o nível de conhecimento sobre a temática, mais fácil de prevenir o problema.

Quando um indivíduo pensa ou tenta suicídio, mas é acolhido e direcionado pelo profissional capacitado, raramente ele volta a tentar, o índice de desistência é de 90% desde que tratado. Ou seja, quando esse indivíduo não é cuidado ele tem uma grande chance de cometer suicídio a qualquer momento. 

Segue algumas dicas de como agir diante de alguém com ideação suicida:

Mantenha-se calmo e receptivo, disposto a ouvir alguém precisa desabafar;

Não julgue nem critique o que ele disser, pois você não sabe o quanto ele sofre;

Diga que está com ele e vai ajudá-lo.

Estimule o indivíduo a falar sobre como tentou, a quanto tempo se sente assim, quem sabe das tentativas, são perguntas que o farão explicar o nível de perigo que ele se encontra;

Mesmo que ele se negue no momento, tente levá-lo a um serviço de saúde mental; 

Não o abandone, não o deixe desistir da vida;

Falar sobre suicídio com quem pensa em tirar a própria vida é melhor maneira de amenizar o sofrimento mental que ele sente, tudo que precisa nesse momento é ser ouvido e valorizado.

25 ago

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PEDOFILIA: Você sabe o porquê é considerada doença?

Foto: Hans Kretzmann / Pixabay

Quando esse assunto vem à tona, geralmente causa grandes desconfortos na maioria das pessoas, por se tratar de uma ação que gera muitos traumas e consequências negativas na criança que foi vítima de um pedófilo.

Sabemos também que a violência sexual em crianças e adolescentes é crime previsto no ECA-(Estatuto da Criança e do Adolescente). Nem só o ato sexual (contato genital), mas qualquer tipo de carícia, ou a ação de: “adquirir, possuir ou armazenar, por qualquer meio, fotografia, vídeo ou outra forma de registro que contenha cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente”. 

Primeiro é necessário esclarecer a diferença entre o pedófilo e o estuprador

 – O pedófilo é na maioria das vezes do sexo masculino, sente desejo sexual por crianças numa idade em que ainda não desenvolveu fisicamente características sexuais. Esse indivíduo que geralmente tem uma função social que não causa suspeita a ninguém, convive próximo, e tem a confiança da família da criança. Ele quase sempre com o intuito de conquistar a criança, para que depois possa ter intimidades com ela e raramente usa agressividade.

 – O estuprador é na maioria das vezes do sexo masculino, sente atração sexual por pessoas adultas e usa sempre a violência para causar medo na sua vítima, e com isso obriga alguém a manter relações sexuais com ele de maneira forçada.

A pedofilia está entre as doenças classificadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS) descrita entre os transtornos da preferência sexual. Ou seja, ela se enquadra entre as disfunções ou alterações da sexualidade.

OBS: O que torna esse comportamento anormal é o fato de uma pessoa adulta, sentir desejo sexual por uma criança (menino/menina), que não desenvolveu nenhuma característica corporal. 

Pedófilos são pessoas adultas (homens e mulheres), que têm preferência sexual por crianças – meninas ou meninos – do mesmo sexo ou de sexo diferente, geralmente pré-púberes (que ainda não atingiram a puberdade) ou no início da puberdade, de acordo com a OMS. 

Trata-se de uma doença, descrito CID-10 (Classificação Internacional de Doenças), na classe dos transtornos da sexualidade, que leva um indivíduo adulto a se sentir sexualmente atraído por crianças e adolescentes de forma compulsiva e obsessiva, podendo levar ao abuso sexual. O pedófilo é, na maioria das vezes, uma pessoa que aparenta normalidade no meio profissional e na sociedade. Ele se torna criminoso quando utiliza o corpo de uma criança ou adolescente para sua satisfação sexual, com ou sem o uso da violência física.

Esse tipo de distúrbio assim como outras alterações psicológicas não tem cura, existe tratamento e o controle, muito embora é algo muito delicado e precisa ser orientado adequadamente por profissionais específicos. 

E para a criança que foi vítima de um pedófilo os traumas são atenuados com acompanhamento psicológico.

13 ago

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Gerenciando as emoções: Administre sua mente e desenvolva habilidade emocionais nos seus filhos

Esse treinamento foi desenvolvido para adolescentes e adultos, é fundamentado nas técnicas e ferramentas da AGE – Academia de Gestão da Emoção do Dr. Augusto Cury, que é a maior referência mundial nesse assunto.

Nessa aula eu compartilho a importância de aprendermos a identificar o que sentimos e porque sentimos. Nossas emoções são reações automáticas do nosso organismo aos estímulos naturais e sociais, e quando não administradas nos transformam em pessoas estressadas, ansiosas, improdutivas, inadequadas, agressivas e doentes. 

Apresento as estratégias necessárias para que cada indivíduo se torne o autor da própria história, a ter autonomia para direcionar suas necessidades e com isso deixar de ser refém da vontade exclusiva do outros, dos medos e preocupações excessivas. 

Esse curso é um mecanismo de transformação pessoal, desenvolvendo suas habilidades sociais respeitando as diferenças entre as pessoas, te treinar a exercer a humildade e o quanto isso fará de você um ser humano cada vez mais equilibrado emocionalmente e mais sábio.

Esse workshop terá duração de 4 horas, com coffee break, terá exemplos de como superar as atividades estressantes do dia a dia, e está projetado em 4 etapas.

1-Passo. 

Aprender a ter uma mente livre e emocionalmente saudável, e assim se sentir um humano único, restaurando sua autoestima e não ser mais escravo das circunstâncias e dos estresses sociais, ainda nessa etapa você tornar-se líder de si mesmo para depois consegui liderar outras pessoas, desenvolver uma emoção jovem e motivada.

2-Passo.

Trabalhar a mente para ser resiliente, e socialmente impactante. Você aprenderá a usar as perdas e frustrações para se construir e não se destruir, aprenderá também a difícil arte de ouvir, a dialogar, e entender que administrar a própria emoção é fundamental para se tornar livre feliz e saudável.

3-Passo

Aprenderá a ser o autor da sua própria história, prepare-se você será treinado para desenvolver sua capacidade de escolha, autonomia, domínio próprio, e nunca mais sofrer com o que os outros pensam ou falam sobre você. 

4-Passo

Você será treinado para proteger a sua emoção, parar de sofrer por antecipação, e assim combater a ansiedade, e também aprenderá como transmitir aos seus filhos essas habilidades emocionais. 

Isso te deixará preparado para corrigir seus pensamentos disfuncionais e suas emoções destrutivas e doentias. Você se tornará um ser humano muito melhor, encontrando o caminho natural para o crescimento pessoal e profissional.

Esse curso acontecerá no próximo sábado dia 17/08/19, no auditório do Hipermercado Nobre. Das 14h às 18h. 

As vagas são limitadas, para se inscrever basta entrar em contato pelo (82) 99965-7254 WhatsApp, ou comparecer na data e horário marcado.

Investimento:

1 pessoa R$ 80,00

2 pessoas R$ 100,00 ou seja 50,00 cada.

04 ago

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QUAL É O MODELO IDEAL DE FAMÍLIA?

Foto: Michal Jarmoluk / Pixabay

A discutir-se a origem e a importância da família, uma pergunta recorrente é se a instituição familiar é universal, e se deve seguir um padrão?

A origem da palavra Família vem do latim fames (“fome”) e que afirmasse que deriva do termo famulus “servente”. Por isso, alguns autores acreditam que, originariamente, o conceito de família era usado para fazer alusão ao conjunto de escravos e criados enquanto propriedade de um só homem.

Historicamente a família constitui o primeiro grupo social, sua existência é fundamental para a formação de um individuo. É a partir dessa raiz de ensinamentos que se mantem as referências culturais de um povo, estabelecendo através das relações e identificações, que a criança se desenvolva estruturando sua matriz da identidade.

Para o antropólogo Francês Levi-Strauss, a família se forma a partir do momento da união do casamento, sendo acrescentados cônjuges e filhos nascidos do casal. Esse grupo mantem laços legais, econômicos e religiosos entre os membros. Com uma série de proibições e privilégios sexuais, e todos vinculados com respeito, afeto e amor em um laço psicológico relacional, que os manterá durante anos. 

Na visão de outros teóricos, a família é a unidade básica da sociedade que é formada por indivíduos com ancestrais em comum ou ligada pelos laços afetivos. Regimento de um grupo de pessoas que representam uma parte da sociedade que influencia e é influenciada por outras pessoas ou instituições. Esses membros geralmente compartilham o mesmo sobrenome. 

Alguns antropólogos defendem que algumas regras de convivência da família, foram se moldando para fortalecer a espécie humana. Como por exemplo, na maioria das culturas é proibido o casamento entre parentes de primeiro grau, (pais X filhos / irmãos), esse requisito garante que os descendentes nasçam resistentes. 

Apesar de cada região do planeta ter seus costumes e consequentemente suas configurações familiares próprias, o modelo (Patriarcal) tendo a figura masculina como principal gestor das famílias é algo em comum que se mantem ao longo de séculos. Atualmente as leis culturais que regem as famílias vão ganhando novas formas, e o conceito de família também vai mudando. 

E qual o impacto para a sociedade com essa desconstrução no modelo da família?
Quais os riscos e vantagens para a próxima geração em que não respeita o mais velho da tribo como autoridade?
O que acontece com a sociedade quando um povo perde suas referências?
São questões que algumas pessoas comemoram pela mudança, e outras lamentam. Na sequência irei citar algumas alterações sociais que já são vistas nos dias de hoje, derivadas dessa transformação.

A função primordial da instituição família é o cuidado e a proteção, não só proteção física, mas também o direcionamento emocional para a resolução de problemas e conflitos, fábrica de valores e crenças, sobre tudo na condição de saúde e doença que são expressas através dos comportamentos de cuidado entre seus membros.

Nos dias de hoje encontramos com frequência crianças carentes desse “cuidado familiar”, às vezes órfão de pais vivos, sem referência cultural e religiosa, e consequentemente sem regras de socialização e paramentos de respeito. Toda essa deficiência gera conflitos emocionais, dificuldade de entendimento sobre direitos e obrigações sociais, essas frustações são causas por falta de espelhamento em um adulto com papel de hierarquia.

O antropólogo norte americano Murdock, defendia que a família é uma organização de importância universal, e afirmava também que em nenhuma cultura ou sociedade é possível substituir adequadamente o modelo nuclear da família (pai, mãe e filhos). Ou seja, na família que falta um dos genitores na criação dos filhos, nada preenche adequadamente o espaço simbólico e sentimental deixado por ele. 

Tomando por base as ideias de Murdock, é possível identificar quatro características elementares nesse modelo de família: a sexual, a reprodutiva, a econômica e a educativa. Essas funções requisitos essenciais para manutenção de qualquer sociedade. Talvez sejam esses alguns dos aspectos de estejam fazendo falta na nossa atual sociedade. 

No século XXI tem aumentado o número de famílias com ausência de um dos cônjuges na criação dos filhos, é grande também a quantidade de filhos sendo criados por eletrônicos, ou indo cada vez mais cedo para creches para que os pais trabalhem. 

Será que o contato humano (relação olho no olho) das famílias de hoje estão sendo suficientes para estruturar essas crianças?

Será que presentes materiais e permissividade a uma criança, recompensam a ausência de um cônjuge na sua criação?

Será que a maneira de socializar e educar essas crianças está sendo suficiente para que elas reconheçam a hierarquia?

07 jul

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POR QUE O NÚMERO DE SUICÍDIO SÓ AUMENTA?

Segundo a OMS, 90% dos casos suicídio são evitados se for ofertado ajuda psicológica ao individuo (Foto: Pixabay)

Esse é um questionamento que muitos me fazem. Para responder essa pergunta, é necessário explicar alguns elementos que fazem esse tipo de morte se tornar tão crescente e com evidência midiática. 

Doença Mental – 90% das pessoas que cometem suicídio foram ou seriam diagnosticadas com alguma DOENÇA METAL, tais como: Transtornos Depressivos, Transtornos de Ansiedade ou Transtornos Psicóticos, e etc.

Atualmente o número de pessoas portadoras de alguma disfunção mental/emocional é gigantesco, e tende a aumentar pelo estilo de vida praticado pela sociedade. Outro aspecto importante que potencializa o numero de suicídio é o preconceito e a falta de informação sobre a Saúde Mental, a Saúde Psicológica e emocional ainda é muito negligenciada e ignorada. Esse é o primeiro fator que faz o suicídio só crescer.

Convívio Familiar – Abandono, indiferença, violência física, psicológica ou sexual, e etc.

A maioria das pessoas que comentem suicídio convive em conflito familiar, famílias vazias de afeto e sem referencia na educação dos membros. Esse é outro agravante para o número de Suicídio, pois na atualidade só aumenta o numero de famílias desintegradas emocionalmente e com ausência de gestão.

Acesso a Internet – o avanço tecnológico acessível a todos. 

Os dois primeiros tópicos crescendo a cada dia na sociedade, e o terceiro facilitando a veiculação das notícias, é natural que as informações sobre o suicídio cheguem rápido pela divulgação em massa. 

O tema morte incomoda muito, principalmente quando se trata do indivíduo provocar intencionalmente a sua própria. 

O suicídio acontece em todas as idades, muito embora a maior incidência esteja entre 15 e 29 anos. Ele também está presente em todas as classes sociais e em várias profissões.

A maioria da sociedade não tem interesse em conhecer o assunto. Muitas pessoas pensam que nunca vai acontecer na sua família, outras passaram e sente vergonha de falar sobre assunto. 

Diante de tantos fatos e ações destrutivos da vida, lhes convido a pensar na lógica da existência humana. 

Saber que somos seres com uma fantástica capacidade cognitiva e adaptativa, e temos a nosso alcance ferramentas tecnológicas sofisticadíssimas. É difícil acreditar que com essas e outros atributos a nosso favor, a maioria das nossas ações é prejudicial a nós mesmos e a quem está a nossa volta. 

Com isso permanece sendo TABU falar sobre suicídio, e a Saúde Mental continua sendo ignorada e negligenciada, o número de pessoas que adoecem e tiram a própria vida só aumenta. 

Segundo a OMS – Organização Mundial de Saúde, 90% dos casos suicídio são evitados se for ofertado ajuda psicológica ao individuo que pensar em tirar a própria vida.

Por que o número de Suicídio só aumenta?

Em outra postagem anterior aqui no mesmo Blog, falo de maneira mais detalhada sobre as estatísticas do Suicídio. RELEMBRE.