15 jan

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Você sabe o significado do Cordão de Girassol?

Foto: Divulgação

Muitas histórias envolvendo os girassóis nos exortam a solidariedade, companheirismo e amizade, e essa não foge a regra.

No Brasil e no mundo, se usam fitas de cores variadas, que por si só já são auto explicativas em relação ao seus significados.

Em Outubro a fita de cor rosa automaticamente nos sugere a Campanha de prevenção ao câncer de mama, em Novembro a Azul, a prevenção ao câncer de próstata, e assim, várias outras cores marcam outras campanhas.

Entre outras curiosidades sobre girassóis, existe o relato que em dias nublados ou chuvosos, estes se voltam um para o outro, para trocarem calor e assim se manterem aquecidos.

E é com essa proposta que foi criado o CORDÃO DE GIRASSÓIS, para o acolhimento de pessoas com doenças ocultas e isso necessita ser disseminado, porque ainda é muito recente.

Em 2016, funcionários do aeroporto de Gatwick – Londres, sensibilizados com a situação de dificuldade que alguns passageiros apresentavam durante a tramitação burocrática de segurança para o embarque, desenvolveram este cordão para ser utilizado por essas pessoas portadoras de doenças ocultas.

Quais são as doenças ocultas destacadas para essa assistência especial? Segundo o site www.aspehbrasil.org: autismo, transtorno de déficit de atenção, transtornos ligados a demência, doença de Crohn, colite ulcerosa, e outras mais a serem avaliadas, pois ainda cabe muitas a serem inseridas.

Quando um funcionário de aeroporto identifica passageiros portando colares de girassóis, imediatamente os direciona para um espaço onde receberá uma atenção especial, pelo menos, assim deveria ser.

Alguns aeroportos da Europa já disponibilizam colares para retirada gratuita, perante a comprovação da doença oculta, mas também está disponível para compra pela internet.

Em alguns países essa prática de atenção especial já é comum em vários estabelecimentos como supermercados e outros.

A luta deve ser intensificada para que, no Brasil, instituições prestadoras de serviços a população possam conhecer, aceitar e fornecer uma atenção diferenciada aos portadores de doenças ocultas.

Todos podem contribuir compartilhando essa informação a suas redes de contatos, a proposta é estimular cada vez mais cuidados, empatia e solidariedade, sempre.

14 jan

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Liberdade de expressão: dois pesos e duas medidas!

Foto: Ilustração

É certo que no direito brasileiro existe uma figura mítica que, por sua característica, requer equilíbrio nas decisões judiciais. Esta figura está representada pela balança do direito!

Compulsando o real significado da citada figura, encontramos no sítio virtual do Supremo Tribunal Federal-STF o seguinte conceito: “Utensílio de origem caldéia, símbolo místico da justiça, quer dizer, da equivalência e equação entre o castigo e a culpa (CIRLOT, 1984, p. 112).”

Muito embora defendam uma justiça cega, ao mesmo tempo equivalente e equilibrada no que tange às decisões judiciais, os guardiões da Constituição tem se comportado de maneira dissonante aos seus próprios entendimentos/julgamentos.

Recentemente o STF derrubou uma decisão do Tribunal de Justiça do Rio Janeiro em que proibia a reprodução de um filme apresentado no canal de vídeos da internet, o “Porta dos Fundos”. O filme em questão reproduz uma sátira insinuando que Jesus teria vivido uma experiência homossexual.

A decisão do TJ do Rio de Janeiro, foi no sentido de que o vídeo fosse retirado do ar. Na decisão, o desembargador da Justiça do Rio defendeu que o direito à liberdade de expressão, imprensa e artística não é absoluto. Afirmou também que a suspensão é mais adequada e benéfica para a sociedade brasileira, de maioria cristã.

Após provocado, o STF derrubou a citada decisão. Em voto monocrático, o Presidente da casa Dias Toffoli, argumentou que: “Não é de se supor, contudo, que uma sátira humorística tenha o condão de abalar valores da fé cristã, cuja existência retrocede há mais de 2 (dois) mil anos, estando insculpida na crença da maioria dos cidadãos brasileiros”. O ministro também ressaltou que, em decisões anteriores, considerou a liberdade de expressão “condição inerente à racionalidade humana, como direito fundamental do indivíduo e corolário do regime democrático”.

Nesse sentido, a decisão do Ministro foi para autorizar a Netflix a exibir o “Especial de Natal Porta dos Fundos: A Primeira Tentação de Cristo”.

Apesar de a Constituição assegurar a liberdade de expressão, essa mesma Carta estabelece que é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos.

A sátira reproduzida pelo canal “Porta dos Fundos” tem vilipendiado a figura de Jesus Cristo, um ser divino e soberano. Inclusive, tem causado comoção entre os cristãos, que tem agido com respostas violentas, como no atentado ocorrido a alguns dias contra à sede do Portas dos Fundos.

Então, a Liberdade de Expressão é ABSOLUTA? Ou existem limites para o exercício dessa liberdade?

Aí depende! Isso mesmo… depende de quem está exercendo a liberdade, ou mesmo contra quem a liberdade está sendo praticada.

Senão vejamos!

No ano de 2019 – algumas pessoas – no pleno exercício da Liberdade de Expressão, proferiram críticas e opiniões em redes sociais que envolviam alguns Ministros do Supremo. No entanto para os Ministros, essas pessoas, praticaram as chamadas fake news (notícias falsas), ainda replicaram acusações caluniosas que envolveram os integrantes daquela Corte.

Em defesa própria e de seus pares, o digno Ministro Dias Toffoli, realizou uma manobra jurídica que instituiu um inquérito para apuração das fakes news. Segundo o próprio Ministro, a decisão para apuração se deu na intensão de resguardar a instituição e seus membros.

Mas, onde fica a Liberdade de Expressão já citada pelo Ministro?

Também no ano 2019, valendo-se de um inquérito secreto aberto por ele mesmo, Toffoli pediu providências ao relator, que ele próprio indicou – Alexandre de Moraes—, contra uma reportagem em que ele mesmo figurava como protagonista. Acionado, Moraes determinou que a revista eletrônica Crusoé e o site O Antagonista retirassem do ar uma notícia que pedia apenas explicações ao Toffoli sobre determinado fato.

Vejam, é nítido que a balança da justiça têm pesos e medidas diferentes, principalmente quando os julgamentos se referem à Casa dos DEUSES do STF.

A decisão sobre a liberação para exibição do filme que envolve JESUS CRISTO, um ser sagrado, este sim, merecedor de todo respeito, diverge totalmente das decisões que defendem os próprios “deuses” do STF. Demonstram que a liberdade de expressão por eles defendida realmente não é absoluta, no entanto, só tem sido relativizada quando em benefícios e interesses próprios.

A balança do direito brasileiro tem sido a cada decisão mais imprecisa, nela, 1 quilo de algodão nunca terá o mesmo peso que 1 quilo de chumbo.

13 jan

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A doença que mais afasta as pessoas do trabalho: Um relato de experiência

Mês dedicado aos cuidados da saúde mental (Foto: Marcos Santos / USP Imagens)

Segundo Organização Mundial de Saúde na atualidade, a depressão é a doença mais incapacitante no mundo. Apesar de ser tão danosa ela é invisível e silenciosa, mas causa um grande estrago na vida de uma pessoa. 

A seguir vocês terão oportunidade de ler um relato de alguém que está tratamento psicológico, isso servirá para que compreendam como se sente uma pessoa depressiva.

O objetivo do Janeiro Branco é informar a população de modo geral, sobre a importância de conhecer e prevenir a SAÚDE MENTAL, pois a cada ano aumenta o número de pessoas que sofrem alteração psicológica. 

O termo saúde mental, ainda é visto com preconceito pela sociedade. A maioria das pessoas por não conhecer, acreditam ser frescura, ou falta de Deus, sofrer transtornos de Ansiedade, Depressão, Síndrome de Burnout, Bipolaridade, Borderline e etc. O indivíduo portador de algumas dessas doenças citadas, quando tratado consegue realizar tranquilamente todas as atividades que fazia antes da doença, (trabalhar, estudar, cuidar, da casa, da família e etc.).

RELATO DE EXPERIÊNCIA

Caro leitor, sou pedagoga, tenho 30 anos, casada, mãe de um garoto de 2 anos. Eu nunca imaginava que pudesse escrever conteúdos como estes que serão discorridos a seguir. O que lhes apresento é algo muito particular, com características e detalhes bem comuns às demandas da sociedade atual. 

A saúde mental ainda é pouco valorizada, não reconhecemos a importância dela na nossa vida. É sobre esse contexto de saúde que descrevo minha experiência de vida. Tenho certeza que em muitos outros lares do planeta, tem alguém vivenciando algo muito semelhante ao que passei. 

Hoje conheço de perto o que é, e como se sente uma pessoa que sofre da tão temida DEPRESSÃO. Há algum tempo, passei por um pequeno período de conflitos e cheguei a sentir sintomas depressivos, mas até então era algo leve, mesmo com dificuldade relutei e consegui reverter às crises. Mas como bem sei hoje, quando a causa da doença não é tratada, os sintomas voltam de forma intensa, e foi exatamente isso que aconteceu comigo. 

Eis que as consequências da vida me levaram a uma crise de sofrimento emocional, cheguei ao ápice do desespero, desorganizada psicologicamente, esbarrando nas frustrações, muitas cobranças, (que hoje vejo como normais, mas diante do episódio eram vistas por mim, como cobranças extremas). 

Eu me encontrava irracional, como se estivesse vivendo no automático, as emoções intensas tomavam conta da minha mente, faltava-me maturidade para lidar com todas aquelas situações e dificuldades, eu e meu esposo passamos por um momento de desemprego que somaram 10 meses, vivíamos de ajuda de parentes para comer, beber, comprar fraldas para meu filho, entre outras coisas. Era uma pressão psicológica, uma sensação de inutilidade, impotência, noites mal dormidas, brigas, crises de choro e uma vontade de me esconder do mundo. 

Por benção de Deus meu esposo conseguiu um trabalho e eu também. Era tudo o que eu precisava naquele momento, parecia que tudo ia se ajustar, mas quando me deparei com o trabalho iria desempenhar, pensei que não conseguiria fazê-lo por muito tempo. 

Parte das minhas atribuições eram acompanhar em sala de aula um adolescente de 17 anos com Síndrome de Down. O modo operante do trabalho me incomodava, o aluno não tinha autonomia para realizar sua higiene pessoal frente as suas necessidades fisiológicas (xixi e cocô), e era minha obrigação limpá-lo. Aquela demanda foi mexendo comigo, meu emocional foi se desequilibrando porque eu tinha que acompanhá-lo todas as vezes que ele ia ao banheiro. 

Tive crises de ansiedade ao se aproximar da hora de iniciar as atividades, pensava em sair do trabalho, mas precisava pagar as contas. Somavam-se com as outras atribulações pessoais, e a volta intensa dos sintomas depressivos, na correria do dia a dia eu mal cuidava do meu filho pequeno, e só hoje percebo o quanto eu estive ausente.

Não tinha como esconder, era evidente que eu estava doente. É difícil explicar as sensações horríveis provocadas por essa doença depressão, ela é silenciosa e invisível, mas fez um grande estrago na vida.

Eu não encontrava uma saída, e aquela sensação de impotência me deixavam sufocada, me sentindo decepcionada comigo mesma, por não conseguir me administrar, fui me perdendo na escuridão a minha alma. Era como se minhas forças fossem sugadas, ao ponto de não consegui realizar as atividades mais simples do meu dia a dia. Eu até queria fazê-las, e percebia que a minha vida e minha casa já não estavam como eu gostava, mas eu não tinha ânimo, e nem paciência para executar as tarefas básicas.

Meu corpo não aguentava, me sentia fraca, os problemas se acumulavam pesavam muito sobre mim, não tinha mais motivação na vida, paralisei na sombra da tristeza, do medo, em vários momentos vinham os pensamentos de morte (vontade de morrer), eu não encontrava uma alternativa que me tirasse daquela dor, e outros sentimentos ruins eram constante. 

Meus problemas eram os mesmos de antes, mas naquela altura do campeonato eram intoleráveis e vistos por mim como algo impossível de resolver.  

Eu perguntava a Deus. O que eu tinha feito de errado? Eu não merecia passar por tudo aquilo. Rezava e pedia que ele me mostrasse o caminho.

Em meio a tantas aflições e pensamentos perturbados, decidir procurar ajuda de um psicólogo, eu precisava encontrar o ruma da minha existência. Estava esgotada psicologicamente, em alguns momentos não consegui ir trabalhar. As sensações angustiantes me paralisava e por pouco não abandonei o emprego no meio do ano letivo. 

Diante dos meus questionamentos Deus não me respondeu. O desespero me consumia, as dívidas aumentavam, o casamento entrou em crise ao ponto de quase separarmos. Estávamos desgastados e confusos, sensíveis, irritados. Várias vezes o rejeitei, meus impulsos sexuais sumiram. 

Eu me perguntava. Por que estava sentindo isso? Até meu filho eu estava tratando mal, tudo me tirava a paciência. Como eu estava insuportável.

Quando comecei o tratamento psicológico foi difícil encarar minha derrota pessoal, me indicaram fazer oito sessões de psicoterapia, eu não tinha a noção do quanto aquele procedimento seria importante para meu crescimento pessoal.

Na primeira sessão chorei muito, desabafei o máximo que pude para que ele pudesse compreender o que me levava aquele momento doloroso, fui sendo direcionada a enfrentar o que quase me levou à morte espiritual. Quando o atendimento terminou sentia-me mais leve, porém com os mesmos pensamentos e sentimentos ruins.  

Só a partir da segunda sessão, aos poucos foi ganhando ânimo e fui conhecendo as minhas habilidades emocionais, durante esse tempo de tratamento a cada sessão me senti mais a vontade, desenvolvi um elo de confiança com o psicólogo, aprendi a identificar quais as causas da doença, e percebi onde eu deveria mudar para amenizar o sofrimento. 

Partindo do escuro o Psicólogo Diógenes Pereira, foi me conduzindo degrau a degrau para eu sair do poço, e me fez enxergar quais eram as possibilidades de me livrar das coisas que me atormentavam.

Aos poucos fui a cada semana fui me encontrando de novo, voltei a enxergar o mundo colorido e cheio de coisas maravilhosas, hoje vejo motivos para viver, comecei a encarar os problemas de forma diferente. O amor próprio começa a surgir em mim, como uma rosa que vai abrindo as pétalas quando avista o sol.

Uma saída de luz surgiu e irradiou a minha alma, trazendo paz para meu espírito me dando disposição, voltei a sentir prazer nas coisas que eu sentia antes, hoje sinto que estou me transformando na melhor versão de mim, estou dando mais assistência a meu e filho e meu esposo, minha autoestima voltou a está elevada, estou em paz espiritualmente.

Hoje me sinto uma pessoa mais alegre e flexível, confiante, ajustada emocionalmente, como é bom ter prazer em compartilhar momentos, o tratamento de psicoterapia me ajudou a encontrar o equilíbrio que tanto necessitava naquela fase.

Hoje consigo administrar meus pensamentos, e consequentemente também as minhas emoções, meu cotidiano ficou mais fácil. Antes eu agia de forma insegura e imatura, tomei muitas decisões precipitadas e equivocadas, seguia no automático na força da emoção. Talvez sem o acompanhamento psicológico eu nunca tivesse a oportunidade de desenvolver essas habilidades incríveis. 

Esse período de sofrimento também me levou ao encontro com Deus, foi nessa fase que busquei aumentar minha fé, hoje sinto muito mais forte a presença do senhor dentro de mim, foi essa fé e a existência do meu filho que me mantiveram viva em momentos de desespero.  

Quando olho para trás, vejo que realmente estava no fundo do poço, e que as respostas para tudo o que eu sentia estavam dentro de mim. Hoje percebo quanto tempo eu perdi ao me apegar e me preocupar com os problemas que consumiam a minha energia, e minha saúde. 

Hoje sinto vontade de ir trabalhar, antes ia forçada era uma obrigação, com isso descobri que para ser feliz é preciso estar em paz comigo mesma, desfrutar de Saúde Mental é maravilhoso, isso reflete em tudo a minha volta. Indico psicoterapia a todos, quem tiver oportunidade cuide-se, ame-se, valorize-se, sem saúde mental só existe sofrimento. 

Atualmente estou chegando à reta final do tratamento, sou muito grata ao Psicólogo Diógenes Pereira pelas intervenções, estou alcançando o topo da escada, me sinto vitoriosa por está concluindo essa etapa que tanto precisava. Pretendo continuar enfrentando as minhas fragilidades, todo o processo de dor que passei e ainda passo, mas hoje em menor intensidade e com menos frequência, me encontro aqui como uma rocha, pronta para viver todas as coisas que a vida ainda guarda para mim.

Espero de coração que esse texto sirva para despertar tratamentos e conscientizar pessoas sobre o autocuidado e sobre a saúde mental.

15 dez

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Como terminar o ano bem?

Foto: Jerzy Górecki / Pixabay

Essa é uma pergunta que várias pessoas não têm a resposta. E afirmo que não é difícil encontrá-la, muito embora a maioria das pessoas não tenha desenvolvido essa habilidade. Fechar o ciclo anual de realizações, com reconhecimento, autoestima e gratidão, é uma tarefa individual, busque sempre o equilíbrio entre corpo e mente, a final, todas as outras coisas da sua existência giram em torno destas. 

Antes de responder essa pergunta inicial, te faço outra. Há um ano qual era seu projeto para esse ano que está se encerrando?

Se você tinha uma meta para esse ano, te dou parabéns independentes do seu desempenho no objetivo traçado. Mas se você está no time dos que não tinham nenhuma meta para 2019, parabéns também, muito embora te asseguro que se você fizer diferente terá maior possibilidade de ter mais sucesso.

Agradeça por está vivo. Já parou para pensar quantas pessoas perderam a vida nesse 2019? Seja disciplinado, sincero e grato a você mesmo, pois cada vitória que você sonha só será alcançada por seus próprios esforços. 

Trace objetivos, planeje, e antes de tudo reconheça que os erros que você cometeu foi tentando acertar. Admita que em muitos momentos você desperdiçou seu precioso tempo vivendo as preocupações do outro, ao em vez de cuidar das suas prioridades. Aceite que a vida é constituída de vitórias e derrotas e que a dinâmica natural do universo faz da sua trajetória uma caixinha cheia de surpresas. 

Como terminar o ano bem? Se você ainda não fez uma autoanálise das coisas que você precisa melhorar no próximo ano.

Como terminar o ano bem? Se você ainda não fez uma lista das coisas que te prejudicaram nesse ano que passou.

Como terminar o ano bem? Se você está atribuindo só ao outro a culpa das coisas improdutivas que aconteceram no seu ano.

Como terminar o ano bem? Se você não comemorou as vitórias e está sempre lamentando as derrotas.

Por fim, como terminar o ano bem? Se você está insatisfeito com algumas coisas e não busca maneiras de melhorar. Busque superação, seja melhor do que o que você foi ontem.

“Você não terá resultados diferentes fazendo sempre as mesmas coisas”.

01 dez

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POEMA DA OPRESSÃO

Foto: Jhon Dal / Pixabay

Educação não,
porque educar um povo
é sinônimo de libertação.

Educação não,
porque se tiverem educação
os libertaremos da manipulação.

Educação não,
porque se educas um indivíduo
livras ele da prisão.

Educação não,
porque não podes alienar
um sujeito dotado de informação.

Educação não,
porque se todos se levantarem
tombam um governo e sua opressão.

Educação não,
porque com sabedoria podem derrubar
qualquer discurso só com argumentação.

Educação não,
porque a ciência desvenda mistérios
que escondemos nas sombras de nossa escuridão.

Educação não,
pois preferimos a ignorância
assim o povo não cobra a nossa obrigação.

Educação não,
porque um indivíduo ingênuo
aceitará qualquer migalha de pão.

Educação não,
porque poderemos conseguir votos
em troca de um botijão.

Educação não,
porque prefiro o futebol
este sim, passa na televisão.

Educação não,
porque preciso de empregados
pra pagar pouco e ganhar meu milhão.

Educação não,
porque meu salário tem que ser grande como o mar
mas o do professor do tamanho de um botão.

Educação não,
pois meu caviar é caro
eles que comam arroz e feijão.

Educação não,
porque prefiro que precisem me pedir
usando de toda sua lamentação.

Educação não,
porque um povo humilhado
perde as forças de cobrar o que há na Constituição.

Educação não,
porque prefiro os meus filhos na Disney
e os de vocês catando papelão.

Não daremos liberdade a ninguém
queremos marionetes sendo nossos reféns.
Eles que lutem por Educação,
pois se depender de mim, jamais terão.

06 nov

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HOMENS, DESARMEM-SE!

Foto: Rawpixel / Pixabay

Há muito tempo venho pensando nas mais diversas formas de falar sobre esse tema tão complexo, e ao mesmo tempo, tão peculiar que é o universo masculino. Alguns podem enxergar isso como leve audácia, ou pura travessura minha, querer falar destes seres vindos de Marte, sendo eu, mais um fragmento mandado de Vênus. Mas, enxergo o público masculino como uma ampla corporação que, assim como todas as outras “categorias” que um povo se deixa subdividir, também precisa de atenção. No entanto, por uma enorme (e cruel) soma de aculturações, eles são estatisticamente os que menos recebem cuidados.

Percebo o quanto a sociedade é cruel quando a visualizo sendo refém de seus próprios pré-requisitos para viver dentro de uma minúscula caixa. Nessa caixa, homens não podem chorar, não têm sentimentos, não precisam ir ao médico, não podem ser vencidos, e ser sensível é quase uma ofensa. Homens só podem se enquadrar no papel indestrutível de ser macho. O seu papel é ter sempre força braçal, raciocínio lógico e infalível, e saúde em abundância. Chorar é um crime inafiançável, porque desde crianças ouvem uma lenda de que “homem que é homem não chora”. Para ter sentimentos, só se enquadram em duas hipóteses nas conversas dos parceiros de futebol: ou é “dominado”, ou traído pela mulher – porque homem deve ser eminente, sempre.

E pra quê ir ao médico? “Isso aí é frescura”, “toma uma dose que resolve”. E por muitos anos, nos índices do mundo todo, o homem é o que mais vem a óbito por não tratar de patologias a tempo de curá-las, por descobrir tarde demais. Assim como, pelas mais diversas razões, o homem esconde por muito mais tempo a depressão, sendo mais propício a tentar o suicídio. De acordo com os dados de análise da Tábua completa de mortalidade para o Brasil de 2018, publicado pelo IBGE, a probabilidade do homem alcançar os 60 anos no ano de 1940 era de 11,6%, enquanto que para a mulher atingir a mesma idade as chances eram de 14,5%. Já em 2017, 20,5% para homens e 24,1% de chances para mulheres alcançarem a melhor idade. Quase oitenta anos depois, embora o índice de mortalidade tenha caído para ambos, a diferença entre os sexos continua muito semelhante.

Até quando os homens precisarão carregar essa pesada armadura e essa incômoda máscara? Vamos lá sociedade, não é tão difícil assim perceber que não há outra saída senão a igualdade. Homens e mulheres, antes de serem indivíduos socialmente encaixilhados, são biologicamente humanos. Todos nós temos necessidades inerentes as nossas opções de escolher tê-las. Humanos sentem dor, medo, cansaço, raiva, mas também sentem desejo, carência, afeto, amor. Homens não são uma classe diferenciada de seres humanos. Não existem super heróis por aqui (e olhem que o homem-aranha é louco pela Mary Jane)… Enquanto o “sexo-frágil” ganha os holofotes, o grito silencioso dos homens continua a vagar em torno do seu particular universo, mas lá, buracos negros não engolem dores, estas permanecem.

Muito se fala nas conquistas da mulher ao longo de todos os anos de estruturação e tentativas de desmonte do patriarcado, do dia 8 de março, do dia das mães, das campanhas de Agosto Lilás e Outubro Rosa, e de todos os espaços que a mulher conquistou. E como boa feminista que sou, tenho que abrir aspas aqui para duas coisas, a primeira, é que todas essas conquistas são de fundamental importância para nós mulheres, embora ainda tenhamos muitos caminhos a serem desbravados; e a segunda, é que esse mesmo feminismo importante para nós é importante para vocês, rapazes. E antes que me interpretem mal, respirem, que a explicação já está logo a diante. Lembram da igualdade que eu citei no parágrafo anterior? Quando nós, mulheres, lutamos por equidade, levantamos a bandeira também por vocês. Da mesma forma que queremos espaços, esperamos que vocês também ocupem alguns espaços que a “sociedade” julga não precisarem ocupar.

Diferente do público feminino que é cercado por campanhas de cuidado, saúde, valorização e inúmeras jogadas de marketing capitalista para estar sempre impecável, para o público masculino restam propagandas de cervejas, carros, preservativos e futebol, algumas poucas vitrines dedicadas ao dia dos pais, e finalmente, o Novembro Azul. A essa altura já se pode imaginar que não foi coincidência que escolhi este mês em questão para lembrá-los do quanto são importantes. A campanha vem para reforçar a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de próstata, que segundo Fundação do Câncer, este é o segundo tipo de câncer mais comum entre os homens brasileiros e as maiores vítimas são homens a partir dos 50 anos.

Bem, se o simples fato de precisar ir ao médico já é uma muralha para os homens, e fazer terapia com um psicólogo é um passo tão difícil quanto escalar o Monte Everest, já podemos imaginar que a campanha do Novembro Azul é essencial. Porém, não suficiente. Todos nós somos responsáveis pelos obstáculos sociais que criamos, e principalmente, que continuamos a alimentar. A misoginia precisa ser combatida, assim como a homofobia, o racismo, e quaisquer outros tipos de intolerância. Não deixando fora destes, o machismo, que diferente do feminismo (que é um movimento social), é um comportamento fundamentado na compreensão de que os homens são superiores às mulheres. E com muita tristeza eu lhes digo que vocês vêm sendo superiores a nós nos mais diversos índices de mortalidade.

Segundo a estimativa da Incidência de Câncer no Brasil para o biênio 2018-2019, todos os tipos de câncer, com exceção do câncer de mama, útero, ovários e tireóides, têm a probabilidade de acometer muito mais homens que mulheres. Além disso, de acordo com o CVV, em média, uma pessoa comete suicídio por hora no Brasil. Também a cada hora, três pessoas tentam, sem sucesso, cometer suicídio. Dentre estes, as mulheres têm a taxa oficial de morte por suicídio de 1,9 para cada cem mil habitantes, e os homens, o índice é de 7,1. E a diferença é gritante. Além do mais, segundo o Ministério da Saúde “Acidentes de trânsito são a segunda maior causa de mortes externas no país. Em 82% dos caso, as vítimas fatais são do sexo masculino”. Mesmo as mulheres sendo taxadas de dirigir mal. Bem, eu poderia continuar uma listagem de outros dados, mas a ideia aqui é apenas uma: chamar a atenção de vocês, homens, para o autocuidado.

A carreira, a família, as ocupações, tudo isso é importante, claro. Mas se a saúde for por água abaixo, todo o resto escoará junto. O trabalho pode esperar, as obrigações rotineiras podem esperar, tenham certeza que não haverá nada de mais importante que estar bem, inclusive para conseguir realizar essas atribuições com melhor eficiência. E a família, bem, estes irão agradecer por poder contar com sua presença por alguns anos a mais, com longevidade e saúde. Com as palavras de Arthur Schopenhauer “O maior erro que um homem pode cometer é sacrificar a sua saúde a qualquer outra vantagem”. Afinal, quais vantagens temos carregando os pesos do descuido? Desarmem-se meus queridos, não há motivos para tanto silêncio, pois seus gritos ecoam somente no próprio interior de cada um, mas haverão de sair por algum lugar um dia. E talvez, seja tarde demais para tentar gritar. Cuidem-se!

03 nov

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DE ONDE VÊM AS SUPERSTIÇÕES?

Foto: Michelle Maria / Pixabay

A origem da palavra vem do Latim SUPERSTITIO, que significa “profecia, medo excessivo dos deuses”, originalmente “estado de exaltação religiosa”, de SUPERSTES, “o que fica por cima”.

No cotidiano é bem comum presenciarmos a maioria das pessoas que convivem com varias superstições. Sobre os mais variados assuntos: alimentos, forma de andar, nos vestiram, sobre sonhos, datas, cores, números, morte, viagens e etc.  

Mas de onde vêm tais crenças? Elas são realmente verdades? Por que as pessoas se prendem a esses dogmas? Por que para algumas pessoas essas superstições são verdades absolutas.

A maioria desses medos vem de experiências desconhecidos e são pensamentos irreais e ilusórios, mas a mente humana é tão poderosa que o fato de acreditar cegamente em algo torna o indivíduo irracional, e o corpo se sente desconfortável diante de algumas situações que venham dessa crença. 

Todo ser humano é de maneira natural sugestionável e influenciável, principalmente quando os conteúdos têm cunho religioso e práticas espirituais, por carregarem um peso do sobre natural em que não se permite questionamentos. E consequentemente essas pessoas tem o medo do pecado e acreditam e reproduzem alguns costumes de geração em geração.

Nas décadas passadas os ensinamentos, crenças e superstições, que eram passados pelos mais “velhos” para as novas gerações eram seguidos à risca com regra geral. A maioria das pessoas não buscava a origem dessas práticas sem fundamento real. Por exemplo, existem algumas pessoas que acreditam que gato preto dá azar. 

Com o avanço tecnológico e a modernização, esse construto cultural vem deixando de serem seguidas, muitas pessoas vem quebrando esses paradigmas não acreditando ao pé da letra nessas superstições.

De modo geral cada religião é uma seita, que é também uma superstição e o fato de acreditar e se direcionar por algo que não se vê, nem se explica. O ser humano é vazio e necessita dessa referência suprema para não perder o sentido e o foco da vida.  

Para concluir, vou fazer um teste com você caro leitor. Você já ouviu alguém dizer que tomar leite após comer manga, ou vice e versa é prejudicial à saúde? Mesmo que você não tenha passado por isso, nem tão pouco existe nenhum estudo que comprove esse resultado. E ainda assim muitas pessoas não comem esses dois alimentos juntos. 

Superstições são bloqueios automáticos da nossa mente, desenvolvidos de experiências ruins vivenciadas por alguém, e passada verbalmente para outras pessoas, o que não quer dizer que será igual com todas as pessoas. Até porque cada individuo tem uma energia diferente e organismo é único. 

Tudo isso são superstições. 

Cuidado com as superstições, elas são como sombras que não existem na sua vida.

21 out

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Saiba como proceder um inventário através do cartório

Foto: congerdesign / Pixabay

Dando prosseguimento à série de assuntos relacionadas aos atos administrativos – EXTRAJUDICIAIS – abordaremos no presente post o procedimento de INVENTÁRIO pela via administrativa.

O inventário é o processo pelo qual se faz o levantamento de todos os bens de determinada pessoa após sua morte. Através deste são avaliados, enumerados e divididos os bens para os seus sucessores.

Existem duas possibilidades de procedimento do inventário: extrajudicial ou judicial. Em ambas, a lei estabelece que o procedimento de inventário deve ser realizado dentro do prazo de 60 dias, podendo incidir multa ao Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação – ITCMD, após esse prazo.

Assim como os demais atos administrativos cartorários, o inventário extrajudicial possui peculiaridades que o distinguem dos atos judiciais e, por ser mais rápido e menos custoso, é o procedimento mais recomendável quando não há impedimentos.

As exigências, cumulativas, como forma de admissibilidade para o inventário extrajudicial são:

0. Inexistência de testamento;
0. Inexistência de herdeiros menores e/ou incapazes;
0. Inexistência de litígio entre os herdeiros.

Desse modo, o descumprimento de quaisquer das referidas exigências inviabiliza o prosseguimento do feito na via extrajudicial, restando, exclusivamente, a via judicial para processamento do inventário.

A seguir trazemos os principais passos para realização dessa modalidade de inventário.

Escolha do cartório e contratação do advogado

Os primeiros passos do inventário são a escolha de um Cartório de Notas onde será realizado todo o procedimento e a contratação de um advogado, que é obrigatória e pode ser comum ou individual para cada herdeiro ou interessado.

Nomeação do inventariante

A família – em comum acordo – deverá nomear um inventariante, que será a pessoa que administrará os bens do espólio (conjunto de bens deixados pelo falecido).

Levantamento das dívidas e dos bens

Após o início do processo, o tabelião levanta as eventuais dívidas deixadas pelo falecido. Essas dívidas devem ser quitadas com o patrimônio do falecido, até que os débitos se esgotem ou até o limite da herança.

Pagamento do imposto

Para que o processo do inventário seja finalizado e oficializado no cartório, é preciso pagar o Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doações (ITCMD), imposto estadual cuja alíquota varia de estado para estado. Nesta fase, a divisão de bens já deve ter sido acordada com a família, os registros e certidões negativas devem ter sido providenciados, e as informações sobre os herdeiros e a partilha devem ter sido reunidas. O imposto é calculado sobre o valor venal dos bens.

Divisão dos bens

Como o inventário extrajudicial parte do pressuposto de que os familiares concordam com a forma como foi feita a partilha, a função do advogado,
nesse ato, é de resguardar os direitos de cada herdeiro.

Lavratura da Escritura

Todos os herdeiros e respectivos advogados devem estar presentes, munidos de documentos,
tais como: a certidão de óbito; documentos de identidade das partes e do autor da herança; as certidões do valor venal dos imóveis; certidão de regularidade do ITCMD, etc.

Prazo

Conforme dito alhures, a lei determina que o processo de inventário e partilha deve ser aberto dentro de 60 dias a contar da abertura.

12 out

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Condições básicas na saúde infantil

Foto: Myriam Zilles / Pixabay

Há muito tempo, entidades de diversos setores como saúde, educação e economia comprovam através de dados, fatos e pesquisas a importância do acesso às condições básicas para uma vida digna. Em saúde pública, usamos o termo Determinantes e Condicionantes de Saúde para definir a estrutura de saúde de um indivíduo.

De modo geral, essa estrutura abrange desde as condições particulares de saúde e doença de cada um até o meio social e ambiental em que está inserido. Alguns dos fatores analisados são a idade e os serviços públicos, esses que iremos focar neste texto.

Em trabalhos antigos e recentes, entidades como a Organização Mundial da Saúde – OMS, o Fundo das Nações Unidas para a Infância – Unicef e outros pesquisadores independentes apontam a relação entre o acesso que uma população possui aos bens e serviços e seu desenvolvimento social.

A pesquisa recente do IBGE evidencia uma melhora histórica no cenário social do Brasil, ou seja, analisando a longo prazo, melhoramos muito e ampliamos o acesso à esses serviços. Mas, infelizmente, ainda estamos distantes de qualidade que iguale as condições de oportunidade. Situações de moradias sem rede de esgoto, sem abastecimento de água ou sem coleta de lixo são a realidade de cerca de 42% das crianças brasileiras na primeira e segunda infância (crianças de zero a seis anos).

O ambiente que a criança vive nessas fases da infância influencia diretamente em sua saúde e desenvolvimento cerebral. Por exemplo, na primeira infância, é construída a base das habilidades cognitivas e de capacidade de aprendizagem que irão subsidiar a atuação da criança, no curto prazo, na escola e no resto da vida.

A infância precisa ser um período de aprendizado, de conhecimento e principalmente de oportunidades, porém acaba sendo um período de vulnerabilidade e influências negativas. Outro fator importante para a redução do desenvolvimento infantil [e social] é a discrepante desigualdade evidenciada nos lares de quase 10 milhões de crianças e adolescentes em situação de pobreza extrema, onde a renda per capita mensal é cerca de R$ 250.

Fica difícil para uma criança que cresce nessas situações buscar por oportunidades ou tentar competir em qualquer aspecto da vida. Sabemos então, a grande influência da saúde infantil no desenvolvimento de uma sociedade. Para começarmos a vislumbrar uma coletividade mais justa, evoluída e menos desigual é urgente a necessidade investimentos e esforços para a melhoria das condições básicas das crianças.

06 out

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Prisioneiros da mente e refém dos pensamentos

Foto: Free-Photos / Pixabay

Você se considera um prisioneiro da mente e refém dos seus pensamentos? 

Se você não sente assim, ao final desse artigo possivelmente terá mudada de opinião. Asseguro que a maioria dos seres humanos não sabe administrar seus pensamentos automáticos que são sempre impulsivos, nem tão pouco compreendem o porquê das emoções intensas os fazem ter comportamentos irracionais.

No conjunto de funcionalidade humana o cérebro é o mais potente e importante dispositivo de comando do corpo, em milésimos de segundos ele processa várias ações de execução automática. Então todos os seres humanos são prisioneiros da mente, e naturalmente o cérebro é a principal matriz de comando.

A maioria das pessoas adoece mentalmente porque não tem o hábito de fazer manutenção dos seus pensamentos e emoções. Culturalmente só é valorizada a saúde física, é comum às pessoas fazerem exames preventivos e periódicos. Mas quando o assunto é saúde mental, raramente se encontra alguém que decide limpar e reorganizar os filtros psicológicos. 

Atualmente a doença que mais afasta pessoas do mercado de trabalho chama-se DEPRESSÃO. Suas causas são diversas e somatizadas no dia a dia, talvez algum dia a manutenção da saúde mental seja tão intensa quanto à saúde física, e só assim o índice de adoecimento será reduzido. 

Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), na próxima década mais da metade da população mundial estará sofrendo de algum de tipo de desajuste mental.

Os prisioneiros da mente vão acumulando estresse, raiva, decepções e frustrações ao longo de anos, e nunca fazem manutenção dos cárceres mentais causados por um olhar torto que te fez perder o sono, ou por uma frase mal interpretada que te fez reagir com agressividade.

E como ser uma pessoa civilizada, agradável e inteligente se você é um ser humano que não consegue administrar a si mesmo?

Muitos sofrimentos são desenvolvidos pela falta de habilidades emocionais, e pela resistência desinteligente que te aprisionam. 

Você realmente NÃO se sente prisioneiro da mente?

Você consegue viver fora dela?

Você já se perguntou o porquê pensa dessa maneira que você pensa?

Você vive o presente, ou está aprisionado nos erros do passado? 

Ou será que você sofre intensamente pelas coisas do futuro?  

Aprenda a ser leve, inteligente emocionalmente. Livre-se das travas mentais limitantes, liberte-se cobranças sociais. Aprenda a ler a si mesmo, pois todas as respostas para suas dificuldades estão dentro de você.

 “A mente é uma prisão aberta, os pensamentos não amarram, mas machucam, e as emoções te condenam mesmo sem julgamentos”.