Assaltos voltam a assolar comunidade rural em Santana do Ipanema Sítio Queimada do Rio sofre novamente com onda de assaltos.

28 out 2019 - 11:18

Assaltos voltaram a assolar comunidade rural de Santana (Foto: Divulgação)

Pouco mais de um ano após ter um morador vítima de latrocínio, comunitários do sítio Queimada do Rio, situado na zona rural de Santana do Ipanema, município do Médio Sertão de Alagoas, voltaram a ser vítimas de assaltos naquela localidade.

Nas últimas 72 horas duas pessoas tiveram seus veículos levados por criminosos. O primeiro na noite da sexta-feira (25), quando uma moto Honda Pop, de cor vermelha foi subtraída. A segunda ação foi ontem, domingo (27), quando uma Honda Twister acabou tomada.

Em desabafo num grupo de WhatsApp, o mototaxista Claudejanio Silva, que é morador da Queimada do Rio, mas trabalha na zona urbana relatou que também está sofrendo com essa situação. Temendo ser assaltado ele disse que deixa sua moto na cidade e vai de carro para casa, na zona rural.

“Os assaltantes fazem uma barreira na estrada e ficam no mato esperando a vítima para levar a moto. Eu já soube que alguns motociclistas conseguiram se livrar do assalto, quando estão acompanhados de um carro”, relatou o mototaxista.

Claudio ainda fez um apelo: “Eu não sei o que está acontecendo, pois já foram presos algumas pessoas no passado, mas eles foram soltos. Foi tirado a vida de um pai de família naquela comunidade, mas isso não foi suficiente. Peço às autoridades que vejam essa situação ou a população vai acabar fazendo justiça com as próprias mãos”.

Fala da PM

Em contato com o site Alagoas na Net, o comandante do 7º Batalhão, major Jeorge, relatou que o policiamento está sendo feito naquela comunidade e que há pouco tempo, outros assaltos foram registrados, os criminosos foram presos e motocicletas recuperadas.

“Se voltou a acontecer novos assaltos, com certeza nosso pessoal irá dar continuidade e as ações vão se intensificar na busca e localização desses criminosos, mas, é preciso que as informações da população cheguem até polícia”, ressaltou o oficial.

O major frisou que a ajuda da comunidade é fundamental para que a ajuda chegue de forma mais rápida. “Já realizamos rondas diárias na região com o Pelopes, Força Tarefa e Radiopatrulha de forma alternada, porém não podemos estar o tempo todo em todas as comunidades”.

Por Lucas Malta / Da Redação

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