AL receberá mais de R$1 bi da União; saiba como monitorar esse recurso

29 Maio 2020 - 11:14

AL receberá mais de R$1 bi da União; dinheiro poderá ser monitorado em site de senador (Foto: Reprodução / Site)

O governo federal sancionou nesta quinta-feira uma ajuda financeira de R$ 60 bilhões aos estados e municípios, para que consigam durante a pandemia dar continuidade à prestação dos serviços públicos. O projeto foi aprovado pelo Congresso no último dia 6 de maio.

O estado de Alagoas receberá R$ 840 milhões, e as 102 cidades receberão, no total, R$ 326 milhões. Somados, o estado e as prefeituras de Alagoas contarão com R$ 1,16 bilhão. Parte desse dinheiro terá que ser usado obrigatoriamente em ações de combate ao coronavírus.

Para ajudar a acompanhar o bom uso dessa verba, o senador Rodrigo Cunha lançou o Monitora Alagoas, plataforma virtual que permite que cada um verifique e fiscalize o que sua cidade está fazendo com o dinheiro público. O Monitora Alagoas foi uma ação desenvolvida por Rodrigo durante todo o seu mandato de deputado estadual, mas está sendo reeditado neste momento em que, mais do que nunca, é importante dar transparência à gestão dos recursos que chegam aos estados e prefeituras.

Do pacote de R$ 60 bilhões que serão injetados diretamente nos caixas dos estados e municípios, R$ 10 bilhões irão para o enfrentamento da Covid-19, dos quais R$ 7 bilhões para os estados e R$ 3 bilhões para os municípios, a serem distribuídos de acordo com a população. A divisão dos R$ 7 bilhões será feita levando em conta o tamanho da população do estado e o número de casos de coronavírus.

“Em tempos de calamidade pública, a gestão dos recursos públicos tem que ser ainda mais rigorosa. E é por isso que estaremos acompanhando tudo de perto, com a ajuda do cidadão alagoano”, pontua Rodrigo.

O Monitora Alagoas faz parte de uma ação ainda mais abrangente, o Supera Alagoas, que prevê um plano de transição para a retomada da atividade econômica de Alagoas em etapas, com base em um amplo estudo que está sendo elaborado por uma equipe multidisciplinar de pesquisadores ligados à Universidade Federal de Alagoas (UFAL).

Por Assessoria / Rodrigo Cunha

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