Sobre Clerisvaldo Chagas

Romancista, historiador, poeta, cronista. Escritor Símbolo do Sertão Alagoano.


AABB EM NOITE LITERÁRIA SERTANEJA

16 março 2018


 

Convite ao ciclo dos 100 (Foto: Divulgação)

Finalmente amanhã, sábado dia 17, teremos um grande encontro literário. Trata-se de um grupo de 100 pessoas (Ciclo Fechado dos 100) que resolveu financiar o próprio livro “230”, cuja publicação será especial e restrita a 100 exemplares. O livro “230” é uma homenagem do autor santanense, Clerisvaldo B. Chagas, aos 230 anos da fundação de Santana do Ipanema.

É a história dos nossos edifícios públicos, situações e lugares através de fotografias antigas e modernas. O livro/enciclopédia, além da história cronológica dos prédios, situações e lugares, traz legenda, resumo histórico e datas, que irão deixar o leitor bem confortável, polêmico e saudoso, quando “230” se grudará a sua vida.  

O lançamento do livro histórico santanense será apresentado pelos escritores da terra, Fábio Campos e Marcello Fausto, numa típica reunião sertaneja que contará com a participação extra do cantor Manoel Messias, o Imperador do Forró e a cantora revelação do interior Wilma Alves, A Dona da Noite, além de declamação de poesia.

O Ciclo de 100 Guardiões da Cultura Santanense está fechado, mas se houver alguma desistência, haverá repasse  dos faltosos para uma pequena fila de espera. Apenas 100 exemplares serão oferecidos à sociedade santanense, cujas escolas maiores da cidade, fazem parte da lista dos guardiões.

Os trabalhos literários terão início às 20 horas no salão nobre da Associação Atlética Banco do Brasil – AABB.

Entre tantas obras publicadas pelo romancista B. Chagas, estão alguns documentários e didáticos como livros importantíssimos para a história do Sertão como “Geografia de Santana”, “Negros em Santana”, “Ipanema um Rio Macho”, “Conhecimentos Gerais de Santana” e “O Boi, a Bota e a Batina, História Completa de Santana do Ipanema” (ainda inédito).

Após o lançamento do livro “230”, o autor promete luta para publicar “O Boi e a Bota…”, os romances do ciclo do cangaço: “Deuses de Mandacaru”, “Fazenda Lajeado” e “Papo-Amarelo” e mais “Colibris do Camoxinga”, “Maria Bonita, a Deusa das Caatingas”, “Barra do Ipanema, Um Povoado Alagoano”, “Repensando a Geografia de Alagoas” e “Padre Cícero, 100 Milagres Inéditos”.

Vamos ao clube.

Clerisvaldo B. Chagas, 16 de março de 2018

Crônica 1.859 – Escritor Símbolo do Sertão Alagoano

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