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  • Santana do Ipanema, 30/05/2026
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Esclerose Múltipla: conheça os principais sintomas da doença

A neurologista Samyra Melo diz que a doença é mais comum em mulheres na faixa de 20 a 40 anos

Foto: Reprodução / Instagram / Claudia Rodrigues
Esclerose Múltipla: conheça os principais sintomas da doença A atriz Cláudia Rodrigues descobriu a Esclerose Múltipla no auge dos 30 anos.
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Caracterizada como uma doença autoimune e crônica, a Esclerose Múltipla não tem cura. A boa notícia é que ela tem tratamento pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em Alagoas, conforme especifica a neurologista da Secretaria de Estado de Saúde (Sesau), Samyra Melo.

Mais comum em mulheres na faixa de 20 a 40 anos, ela também pode acometer pessoas de outras idades e gêneros. Segundo a especialista, a Esclerose Múltipla possui causas multifatoriais.

“O paciente nasce com uma predisposição genética e pode ser desencadeada por fatores ambientais como tabagismo, obesidade, deficiência de vitamina D e a infecção pelo vírus Epstein Barr”, explicou Samyra Melo.

Sintomas

Entre os principais sintomas destacam-se o embaçamento visual, visão dupla, alteração de força, perda de sensibilidade dos membros e equilíbrio e até alteração no controle da urina e das fezes.

“O diagnóstico é realizado por meio da avaliação clínica dos sintomas e por exames como ressonância magnética, pulsão lombar e exames de sangue que são feitos para excluir outras causas para os sintomas”, destacou.

Tratamento

Quanto ao tratamento, a neurologista da Sesau esclareceu que ele acontece em duas etapas. “O primeiro consiste em atuar nos surtos da doença, que são crises inflamatórias, e no segundo momento iniciar o tratamento para prevenir futuros surtos da doença”, informou Samyra Melo.

A neurologista lembrou que Alagoas possui um ambulatório de referência e exclusivo para casos da doença no Hospital Metropolitano de Alagoas (HMA), em Maceió.

“Além do apoio hospitalar, a Sesau assegura os medicamentos por meio do Ceaf [Componente Especializado da Assistência Farmacêutica], que são de alto custo”, esclareceu a especialista.




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