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  • Santana do Ipanema, 31/03/2026
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Doença muitas vezes incompreendida, entenda os sinais da epilepsia

Pedro Andrade diz que há sinais característicos do problema neurológico e que devem levantar a suspeita

Foto: Pedro Júnior
Doença muitas vezes incompreendida, entenda os sinais da epilepsia Epilepsia é uma condição neurológica caracterizada por descargas elétricas anormais no cérebro
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Muitas pessoas convivem com a epilepsia sem saber e não são raros os casos em que pacientes chegam às unidades de saúde após uma crise e descobrem, pela primeira vez, que têm o problema neurológico. Diante desta situação, o médico Pedro Andrade, que atua no Hospital Dr. Ib Gatto Falcão, em Rio Largo, alerta para os sinais característicos e que devem levantar a suspeita para procurar assistência médica preventivamente.

Pedro Andrade diz que a epilepsia é uma condição neurológica caracterizada por descargas elétricas anormais no cérebro, que podem provocar crises convulsivas, perda de consciência, confusão mental e até alterações sensoriais. Segundo ele, os sinais nem sempre são óbvios, o que dificulta o diagnóstico precoce.

Entretanto, ao sentir estes sintomas e, de forma recorrente, é recomendável agendar uma consulta médica, evitando que o diagnóstico de Epilepsia passe despercebido. “Nem toda crise envolve convulsões intensas e algumas pessoas apresentam apenas lapsos de atenção, movimentos involuntários leves ou sensação de desconexão com a realidade. Por isso, o diagnóstico pode demorar”, explica.

Prevenção, diagnóstico e tratamento

Embora nem todos os casos possam ser prevenidos, alguns fatores de risco devem ser observados, como histórico familiar, traumatismo craniano, infecções no sistema nervoso e abuso de álcool ou drogas. “A orientação é procurar atendimento médico ao identificar sinais suspeitos”, pontua Pedro Andrade.

Na maioria dos casos, o tratamento da epilepsia é feito, conforme o médico do Hospital Dr. Ib Gatto Falcão, com o uso contínuo de medicamentos anticonvulsivantes, que ajudam a controlar as crises e permitem que o paciente tenha qualidade de vida. Em situações específicas, podem ser indicadas terapias complementares ou até procedimentos cirúrgicos.

“Com acompanhamento adequado e uso correto da medicação, a maioria dos pacientes consegue viver normalmente. O mais importante é não ignorar os sinais e buscar ajuda o quanto antes”, reforça o médico do Hospital Dr. Ib Gatto Falcão.

Como agir diante de uma crise:

Pedro Andrade também orienta a população sobre como agir ao presenciar uma crise epiléptica:

Mantenha a calma e afaste objetos que possam ferir a pessoa;

Deite o paciente de lado para evitar aspiração;

Não coloque nada na boca;

Não tente conter os movimentos;

Acione o serviço de emergência se a crise durar mais de cinco minutos.

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